Jovens, enriqueçam o quanto antes!

26/10/2006 por AmigoRico.org

“Pena que não comecei a planejar minhas finanças há 10 anos atrás” ou “se eu tivesse conversado com você, não teria feito este financiamento…” são reflexões que um consultor em finanças pessoais ouve com freqüência. De fato, faz uma diferença brutal iniciar o planejamento das finanças aos 25 anos e não aos 55 anos. Sempre é tempo para começar, independentemente da idade. No entanto, neste artigo, em especial, o foco são os jovens que enriquecem cedo.

Jogador de futebol, milionário da internet ou cantor de pagode, talvez, sejam algumas referências comuns de jovens ricos. A idéia aqui é outra: “começar a enriquecer cedo é planejar as finanças pessoais desde cedo.”

Você já deve ter ouvido exemplos como este “se eu poupar R$ 100,00 todo mês, ao final de 30 anos, terei tantos mil daqui a alguns anos…” Para quem está começando profissionalmente, em torno dos 25 anos, poupar até os 55 anos é bastante razoável. Já para aqueles com idade mais avançada, este exemplo é mais improvável de ser implementado. Há diversos motivos para os jovens planejarem seu futuro financeiro. A questão central, no entanto, é o tempo está a favor dos jovens! (…)”

Para ler o texto completo, visite: http://www.letraselucros.com.br/artigos/pages.aspx?id=31

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Apenas 13% poupam!

23/10/2006 por AmigoRico.org

Brasileiro que poupa é jovem, urbano e homem
Catherine Vieira do Valor Econômico

O poupador de hoje é o consumidor de amanhã. De olho nisso, a Fecomércio do Rio de Janeiro decidiu pesquisar como anda o perfil dos que economizam dinheiro no Brasil. Em parceria com o Instituto Ipsos, descobriu que, em mil domicílios pesquisados em 70 cidades e nove regiões metropolitanas, apenas 13% deles guardam dinheiro. Um percentual ainda pequeno, mas que pode ter bastante espaço para crescer, uma vez que o levantamento revelou que a intenção dos entrevistados de poupar dinheiro existe.

Perguntados se a família tem algum dinheiro guardado, 83% das pessoas entrevistadas responderam que não enquanto 13% disseram que sim. Mas quando a pergunta muda para a intenção de guardar dinheiro naquele mês, o percentual cresce e 55% respondem que sim.

Segundo Orlando Diniz, presidente da Fecomércio-RJ, a intenção do trabalho foi verificar o perfil das pessoas que poupam e o que pretendem fazer com o dinheiro guardado. “Estamos começando a viver um momento interessante, pois está surgindo a primeira geração que não conviveu com a inflação e que consegue organizar melhor o próprio orçamento e pode criar uma cultura maior de poupar”, diz.

Para a Fecomércio, ressalta o presidente, é importante monitorar esse comportamento. “Isso pode nos indicar tendências de consumo”, diz ele, que não descarta realizar novas pesquisas sobre o comportamento das pessoas que economizam. Como o objetivo era ver essa tendência, a pesquisa não abordou como os investidores estão aplicando suas economias.

Neste primeiro estudo, a entidade verificou que os homens costumam poupar mais que as mulheres e que os jovens também têm um hábito maior de fazer economia. Das 258 famílias que possuem dinheiro guardado, em 60 delas os poupadores estão na faixa dos 16 a 24 anos e 58 entre os 35 e os 44 anos. Entre 25 e 34 anos há 50 poupadores, assim como dos 45 aos 59, de acordo com o trabalho.

Um bom indicador trazido é o de que as pessoas não pretendem movimentar o dinheiro no curto prazo. Apenas 7% pretendem usar as reservas e 21% não têm planos de mexer nas economias.

Já o principal objetivo da poupança surpreendeu. Das 258 famílias que poupam, 40 pretendem usar o dinheiro para reformar a casa e nove estão guardando para o lazer. Apenas cinco planejam adquirir imóvel e só duas estão investindo para garantir um futuro mais tranqüilo.

Para ler o artgo completo, clique aqui

Em vez de celular, dê um apartamento para seu filho de 4 anos, por Mara Luquet

17/10/2006 por AmigoRico.org

Artigo muito interessante da Mara Luquet no Jornal Valor Econômico: troque o celular por um apartamento.

“Em vez de celular, dê um apartamento para seu filho de 4 anos

Na última semana, foi possível ver o avanço tecnológico no portfólio de presentes para crianças. O que chamou mais a atenção foi um celular feito especialmente para crianças a partir dos 4 anos de idade.

Fala sério!!! Celular para crianças a partir de 4 anos?! Mas os produtos foram lançados porque há um enorme mercado. Crianças adoram celulares e os pais compram. Na verdade, os pais também adoram e há muitos argumentos em defesa, como a facilidade para encontrar seus filhos. Mas o fato é que crianças de 4 anos não andam desacompanhadas. E mesmo as mais velhas deveriam contar com mais atenção de seus pais do que simplesmente carregarem um celular. Mas essa é outra discussão.

A proposta é: dê um apartamento para seu filho, não o celular.

Simulação feita pelo economista Robinson Moraes, da equipe do Valor Data, mostrou que o valor desse celular, anunciado pela bagatela de R$ 800, pode render ao seu filho um bom dinheiro. Uma aplicação inicial de R$ 800, mais mensais de R$ 50 (o equivalente à conta de telefone, numa projeção muito conservadora) a uma taxa média anual de 8% chega ao final de 18 anos a R$ 26,6 mil. Se a carteira de investimento tiver um perfil mais agressivo e conseguir uma taxa média anual de 10% de retorno, o valor chega a R$ 33,3 mil.

Você pode então resgatar o dinheiro porque seu filho de 4 anos, que não ganhou o celular, terá 22. Mas se não o fizer e deixar aplicado por mais 20 anos, sem fazer nenhum aporte adicional, ele chegará à meia idade com um presente de R$ 155 mil (a uma taxa de 8% ao ano) ou de R$ 223 mil (a uma taxa de 10%). Um presentão que não exigiu nenhum esforço financeiro.

Adultos que aprendem na infância que os recursos são escassos costumam se tornar consumidores conscientes, o que faz bem não apenas para ele, mas para toda a comunidade. Sobre este tema vale a pena conhecer o trabalho do Instituto Akatu (www.akatu.org) e apresentá-lo também ao seu filho. (…)

O texto completo pode ser encontrado clicando aqui.

103 Perguntas sobre Finanças Pessoais: Ações, Investimentos, Aposentadoria, Dívidas, etc

05/10/2006 por AmigoRico.org

A jornalista Adriana Aguilar – autora do livro “A vida como ela é… só que com mais dinheiro” – cedeu ao blog do AmigoRico quais são as 103 perguntas que são respondidas no seu livro. Provavelmente alguma será útil para você.

O livro é composto por perguntas e respostas e dividido nas categorias ações, investimentos, aposentadoria, dívidas, impostos, títulos e dúvidas em geral (para ler as perguntas de cada categoria, basta clicar em um dos links abaixo):

 - Suas ações
 - Seus investimentos
 - Sua aposentadoria
 - Suas dívidas
 - Seus impostos e taxas
 - Seus títulos
 - Suas dúvidas

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11 Perguntas sobre Dúvidas em Geral sobre Dinhero, Investimento, etc

05/10/2006 por AmigoRico.org

A jornalista Adriana Aguilar – autora do livro “A vida como ela é… só que com mais dinheiro” – cedeu ao blog do AmigoRico quais são as 103 perguntas que são respondidas no livro. Provavelmente alguma será útil para você.

O livro é dividido nas categorias abaixo:

 - Suas ações
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 - Sua aposentadoria
 - Suas dívidas
 - Seus impostos e taxas
 - Seus títulos
 - Suas dúvidas

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Neste post você lê as perguntas referentes à Dúvidas em geral.

SUAS DÚVIDAS

1. Por que o humor dos mercados internacionais afeta minhas aplicações no Brasil?

2. Qual a interferência dos “hedge funds” internacionais na bolsa?
.
3. O que é “rating” ?

4. Toda aplicação com alavancagem é arriscada?

5. Quais são os riscos do mercado de derivativos?

6. Gostaria de saber se a premissa de que devemos comprar dólar no ano de eleição para presidente é verdadeira? Há possibilidade de valorização da moeda no final de 2006?

7. Qual o patrimônio mínimo para ser considerado rico?

8. É proibido viajar com malas de dinheiro?

9. Não tenho conta bancária. A incidência de CPMF e de taxas relativas à manutenção da conta bancaria não desaprovariam um possível investimento? Qual a melhor aplicação no mercado sem e com a abertura de conta bancária?

10. Abrir conta no exterior é proibido?

11.  É proibido viajar com dólar no bolso?

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Para ler as outras perguntas do livro, clique em uma das categorias abaixo.

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 - Sua aposentadoria
 - Suas dívidas
 - Seus impostos e taxas
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 - Suas dúvidas

10 Perguntas sobre Títulos Públicos, Renda Fixa, CDB, CDI, Tesouro Direto, etc

05/10/2006 por AmigoRico.org

A jornalista Adriana Aguilar – autora do livro “A vida como ela é… só que com mais dinheiro” – cedeu ao blog do AmigoRico quais são as 103 perguntas que são respondidas no livro. Provavelmente alguma será útil para você.

O livro é dividido nas categorias abaixo:

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 - Seus investimentos
 - Sua aposentadoria
 - Suas dívidas
 - Seus impostos e taxas
 - Seus títulos
 - Suas dúvidas

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Neste post você lê as perguntas referentes à Títulos Públicos, Renda Fixa.

SEUS TÍTULOS

1. Qual título apresenta maior rentabilidade: CDB, debênture ou LFT?

2. É melhor comprar títulos públicos diretamente do Tesouro Direto ou investir em um fundo conservador DI?

3. Comprei alguns títulos públicos no site do Tesouro Direto há quase um ano. Porém, o lucro aparente que eu tive com eles não é o mesmo indicado no site. Como funciona o rendimento dos títulos do Tesouro Direto?

4. Tenho aplicação de CDB em um banco de varejo a 95% do CDI. Seria interessante retirar este dinheiro e aplicar em títulos públicos atrelados a Selic em busca de maior rentabilidade?

5. Os títulos públicos têm menor liquidez do que os CDBs?

6. Estou com R$ 20 mil disponível para aplicá-los em títulos públicos por dois anos. Qual seria a recomendação? Pré-fixados devido à expectativa de queda nos juros? Há alguma recomendação melhor?

7. Quero investir em um CDB. Qual seria a melhor opção: pré-fixado ou pós-fixado?

8. Não entendo o mecanismo de correção dos juros pagos pelas NTN-B do Tesouro Nacional. Gostaria de saber de que forma são pagos os juros semestrais que excedem os 6% ao ano. Ultimamente, tais notas estão pagando IPCA mais 9,05% ao ano e, pelo regulamento, só é pago ao investidor o cupom de 6% ao ano.  Poderia me esclarecer esta dúvida?

9. Investimento em debênture é de alto risco?

10. É possível comprar títulos de governos estrangeiros, como o alemão ou americano, aqui no Brasil?

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21 Perguntas sobre Impostos, Taxas, Imposto de Renda, Tributação, etc

05/10/2006 por AmigoRico.org

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Neste post você lê as perguntas referentes à Impostos e Taxas.

SEUS IMPOSTOS E TAXAS

1. Gostaria de compreender melhor a nova tributação dos fundos de renda fixa?

2. Como funciona o come-cotas?

3. Fundos de previdência que aplicam em renda fixa têm come-cotas?

4. Qual é a alíquota do imposto de renda para clubes de investimentos e fundos de ações?

5. Não preciso pagar imposto nas negociações com ações até R$ 20 mil?

6. Há retenção antecipada de imposto de renda nos negócios com ações?

7. Na compra de ações, há isenção de CPMF na transferência do dinheiro da minha conta investimento para a conta da corretora?

8. Ganhei cerca de R$ 230,00 em uma aplicação em ações. O imposto tem de ser pago quando fizer declaração anual de IR?

9. Comprei R$ 30 mil em ações e não vou vendê-las neste ano. Devo informar a compra delas na minha declaração anual de imposto de renda simplificada? Onde?

10. O imposto de renda incidente sobre os rendimentos das debêntures simples é igual ao dos títulos públicos e dos fundos de investimento de renda fixa?

11. Qual a alíquota de imposto de renda para o CDB?

12. A tributação regressiva é a melhor opção na previdência privada aberta?

13. Ao resgatar o dinheiro do plano de previdência, há retenção de imposto de renda na fonte?

14. Ouvi dizer que a tributação regressiva definitiva não é vantajosa para rendas de aposentadoria inferiores a R$ 4 mil. Gostaria de mais explicações a respeito. A taxa de carregamento e administração do meu plano é zero.

15. Quais as taxas cobradas nos fundos de previdência?

16. Em 2003 fiz em plano PGBL de um grande banco de varejo. Como declaro imposto de renda pelo formulário completo, o PGBL foi a melhor alternativa. O PGBL apresenta melhor rentabilidade?

17. Um fundo de investimento que rende mais, apesar de ter uma alta taxa de administração, é melhor do que aquele com baixa taxa e menor rendimento?

18. Como saber se o percentual da taxa de administração cobrada é alto?

19. O rendimento do fundo informado pelo banco é líquido. As taxa de administração, performance e impostos já estão descontados?

20. Além da taxa de administração, todos os fundos cobram taxa de performance?

21. É possível destinar a uma instituição filantrópica o valor do IR devido pelo declarante, que é designado de Fundos Sociais?

 

 

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10 Perguntas sobre Dívidas, Cartão de Crédito, Serasa, SPC, Comprador Compulsivo, etc

05/10/2006 por AmigoRico.org

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Neste post você lê as perguntas referentes à Dívidas.

SUAS DÍVIDAS

1. O que faço para acabar com minhas dívidas?

2. Em julho de 1995, emprestei R$ 5 mil a uma pessoa que me deu como garantia a via de transferência de um Gol zero. Após 10 anos, a pessoa resolveu me pagar em parcelas. Imagino cobrar dela o valor corrigido pelo IGP-M mais juros de 30% ao ano. Qual seria o valor a cobrar dele?

3. Meus rendimentos líquidos são R$ 3,3 mil ao mês. Estou devendo R$ 3,1 mil ao banco do Estado a juros de 4,5% ao mês. Também tenho dívidas de R$ 1,6 mil no cheque especial, sem falar nas dívidas do cartão de crédito.  Outro banco me ofereceu R$ 3,9 mil para serem pagos em 36 meses a juros de 5,02% ao mês. Com esse valor somado a outros R$ 1,2 mil que espero receber começaria a colocar minhas contas em dia, apesar dos juros mais altos. Devo fazer o empréstimo?

4. Estou com dificuldades financeiras e não consigo pagar nem o mínimo mensal da fatura do meu cartão de crédito. Tentei falar com a instituição financeira, mas desconfio que eles estão postergando qualquer tipo de negociação com desculpas. O que devo fazer? Procurar um advogado? Estou muito preocupado porque os juros estão aumentando.

5. A dívidas podem impedir minha saída do País?

6. Financiei uma parte do valor de um carro zero quilômetro (2004/2005). Era uma promoção de parcelamento sem juros. A última parcela será em 01/06/06, quando o carro terá um ano de uso. Gostaria de saber se vale a pena poupar dinheiro para quitar o carro antecipadamente? Ou seria melhor vendê-lo para fazer uma aplicação de R$ 10.000,00? Ou reservar os recursos para a compra de um apartamento no futuro. No momento, pago aluguel.  Meu objetivo nunca foi manter o carro. A intenção, ao financiá-lo, era formar um pequeno capital. Tenho muita dificuldade para me organizar e guardar dinheiro. Tenho uma renda mensal fixa de R$ 3,5 mil.

7. Meu nome continua no cadastro da Serasa e do SPC como inadimplente. Como devo proceder para tirar meu nome dessas listas?

8. Minhas dívidas aumentaram muito e os credores têm me procurado insistentemente. Seria melhor eu vender meu único imóvel, no qual vivo com minha família, para pagar o que devo?

9. Posso ser presa por causa de cheques pré-datados?

10. Uma pessoa ser mesmo uma compradora compulsiva? Ou não passa de desculpas. Você conhece muitas mulheres com essa doença?

 

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10 Perguntas sobre Aposentadoria, Plano de Previdência, PGBL, VGBL, etc

05/10/2006 por AmigoRico.org

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Neste post você lê as perguntas referentes a Aposentadoria.

SUA APOSENTADORIA

1. Como posso utilizar os fundos de investimento em minha aposentadoria?

2. Pretendo economizar R$ 600 reais por mês até ter um valor interessante para começar um plano de previdência. Qual seria a quantia necessária para conseguir um plano com boa rentabilidade e baixas taxas? Em 15 anos, quanto consigo acumular?

3. Aos 35 anos, me considero no grupo de pessoas que ainda possui “memória inflacionária”. Qual seria o risco, se é possível medi-lo, do PGBL do meu filho, de oito meses, ser corroído pela inflação de um plano econômico?

4. Possuo ações preferenciais de um banco. Estou próximo da minha aposentadoria e acho que devo diminuir minha exposição ao risco. O restante do meu patrimônio está em bens imóveis. Qual a melhor estratégia de “desinvestimento” em ações e qual a composição de carteira ideal para a minha aposentadoria. Gostaria de ter algo em torno de R$ 10 mil de renda por mês.

5.  Quais vantagens que o investimento de longo prazo traz para a aposentadoria?

6. Tenho um capital, no valor de R$ 130 mil reais, aplicado em um fundo de um banco de varejo, com taxa de administração de 0,5% ao ano, cujo valor não pretendo mexer até a minha aposentadoria. Outros R$ 60 mil reais estão em outro fundo a uma taxa de 1,5% para situações de emergência. Existe alguma boa aplicação em que não haja come cotas, com boa rentabilidade para o meu capital? Tenho 43 anos e desejo me aposentar aos 55 anos.

7. Gostaria de saber se os valores de contribuição depositados no Fundo de Investimento Especialmente Constituido (FIE), de determinada empresa de previdência complementar privada, possuem alguma garantia legal em caso de quebra da empresa seguradora. Eu perco o montante das contribuições acumuladas no FIE se a empresa quebrar?

8. Tenho 26 anos, advogado, penso em investir por longo prazo. Já tenho investimento na Previdência IPESP. A princípio, pensava em um plano VGBL, mas verifiquei a possibilidade de maiores ganhos por um longo prazo, cerca de 20 anos, em outros investimentos, sem riscos ou com poucos riscos. Qual investimento seria o mais adequado para a aposentadoria?

9.  Há algum risco em transformar o plano em renda vitalícia? O que seria melhor?

10.  Tenho recursos investidos em PGBL e em fundos DI, multimercado e de ações. Tendo um horizonte de investimento em torno de 10 anos, gostaria de saber o que é melhor, investir novos recursos no PGBL/VGBL ou em Fundos DI/Multimercado, considerando que a rentabilidade dos fundos de previdência estão sempre abaixo dos outros. No passado, quando funcionária de banco, utilizava o teto de 12% do fundo PGBL para desconto de IR. Atualmente, sendo sócia de empresa, não vejo mais vantagens. O que devo fazer com o meu fundo PGBL?

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19 Perguntas sobre Investimentos em geral, Aonde Investir, Qual a melhor aplicação, etc.

05/10/2006 por AmigoRico.org

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Neste post você lê as perguntas referentes a Investimentos em geral.

SEUS INVESTIMENTOS

1. Tenho 32 anos. Se aplicar R$ 550,00, mensalmente, com qual idade atingiria a quantia de R$ 1 milhão?

2. Quando atingir R$ 1 milhão, quanto deverei sacar por mês para meu patrimônio acumulado não acabar?

3. Qual seria a melhor forma de aplicar e diversificar os investimentos? Qual o percentual é recomendado aplicar em ações e em títulos públicos?

4. Tenho uma renda mensal de R$ 12 mil e um custo mensal de R$ 6 mil.  Costumo investir R$ 500,00 em um fundo de previdência de renda fixa (VGBL) de um banco de varejo. Também aplico R$ 100,00 em um segundo fundo de previdência de renda fixa (VGBL) para minha filha em outro banco de varejo. O prazo desta aplicação é de 20 anos. Por último, todo mês, deposito R$ 4 mil em um fundo de investimentos em ações de uma corretora. Será que estou investindo de forma correta, visando ao médio e longo prazo?

5. Consigo poupar R$ 50,00 reais por mês. Dá para planejar algum investimento com essa quantia?

6. Tenho 30 anos e disponibilizo de R$ 3 mil reais ao mês para investimentos. No momento ainda moro de aluguel, mas pretendo adquirir o meu imóvel daqui a 10 anos (médio prazo) e garantir a minha aposentadoria daqui a 25 anos (longo prazo). Por onde começo?

7. Qual é o melhor investimento para o pequeno investidor, ou melhor, um assalariado que pretende guardar um valor aproximado de R$ 350,00 por mês?

8. Sou médico ortopedista, recém formado, 30 anos, com um salário mensal em torno de R$ 11 mil e custo mensal de R$ 8 mil. Iniciei uma aplicação de R$ 1 mil, por mês, em um clube de investimento. Pretendo resgatar esse dinheiro daqui a 10 anos. Estou assumindo um risco muito alto? Após alguns cálculos feitos em cima da aplicação mensal de R$ 1 mil e considerando um retorno médio anual de 30%, terei 511,43 mil em 10 anos. Como posso prever a correção desse valor?

9. Tenho um patrimônio avaliado em torno de 500 mil.  Qual seria o valor ideal para um equilíbrio financeiro e, conseqüentemente, para a tranqüilidade? Faço aplicações mensais no clube de investimento da minha empresa, plano de aposentadoria privada e em outro clube de investimento.

10.  Qual aplicação rende mais no longo prazo? Renda variável ou renda fixa?

11. Rentabilidade dos fundos de renda fixa x fundos passivos Ibovespa em cinco anos

12. Tenho R$ 3 mil em uma poupança, mas ela rende 8% ao ano. Não movimento esse dinheiro e, a cada três meses, deposito R$ 800,00. Há alguma aplicação com melhor rentabilidade?

13. Tenho 23 anos e alguns objetivos de médio (intercâmbio) e longo prazo (apartamento). Neste momento disponho de R$ 5 mil para iniciar um investimento. Mensalmente posso incrementar R$ 500,00. Já aplico em previdência privada pela companhia na qual trabalho. Não sei como diversificar o investimento

14. Somos um casal de idosos e temos um patrimônio estimado em 1 milhão de reais. Estamos pensando em vender parte dele e aplicá-lo para que possamos aumentar nossa receita mensal. Hoje, nossas despesas estão empatando com a receita. Qual aplicação vocês recomendam para o valor de R$ 400.000,00.

15. Sou uma profissional autônoma, mãe divorciada de 2 filhos menores. Aos 45 anos, gostaria de direcionar bem minha vida financeira, mas sinto muita insegurança. Penso muito no futuro da minha família. Minha receita mensal é de R$ 6 mil e minhas despesas giram em torno de R$ 3,4 mil. Não tenho plano de previdência. Tenho disponível para aplicação R$ 410 mil. Desse total, R$ 310 mil estão em um fundo DI de um grande banco de varejo. O restante, R$ 100 mil, está em um fundo de ações da mesma instituição. Não terei necessidade de usar esse dinheiro por um prazo de 12 meses.

16. Gostaria de saber qual melhor forma de aplicar cerca de R$ 2 mil por mês para obter um bom recurso entre 18 e 24 meses. Devo variar a aplicações em fundo de ações, dólar, títulos?

17.  Sou funcionário público estadual com 47 anos de idade e 24 anos de serviço público. Tenho dois filhos, de 13 e 17 anos. Penso em fazer uma reserva para pagar a faculdade particular deles, caso não sejam aprovados em uma faculdade pública. Estou com R$ 170.000,00 em dinheiro da venda de um imóvel rural e tenho um apartamento na capital, só utilizado quando estou de férias. Onde aplicar os R$ 170 mil? Em relação ao apartamento, é melhor vendê-lo, alugá-lo ou mantê-lo para alguma emergência?

18. Supondo que minhas duas filhas façam medicina (mesma profissão dos pais) e cursem uma faculdade particular (cenário pessimista), qual seria uma boa estratégia para garantir a faculdade delas daqui a uns 13 anos? Não tenho aversão a risco e posso aplicar entre R$ 500 e R$ 1 mil por mês.

19. Quero atingir o valor de R$ 100 mil daqui a cinco anos, em 2010. A quantia seria reajustada pelo IPCA. Como deveria fazer o cálculo para eu chegar ao meu objetivo?

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