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	<title>Comments on: Crise Financeira: enquanto o resto do mundo entra em pânico, Robert Kiyosaki mostra como este pode ser o melhor momento da sua vida financeira.</title>
	<atom:link href="http://www.amigorico.org/blog/2008/10/22/crise-financeira-enquanto-o-resto-do-mundo-entra-em-panico-robert-kiyosaki-mostra-como-este-pode-ser-o-melhor-momento-da-sua-vida-financeira/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
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	<description>O Blog AmigoRico.org deseja ajudá-lo na conquista da sua independência financeira e de um futuro repleto de tranquilidade.</description>
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		<title>By: Invista certo, invista no que você tem controle</title>
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		<dc:creator>Invista certo, invista no que você tem controle</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 17:59:36 +0000</pubDate>
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		<description>[...] de capital dos que geram fluxo de caixa. Para entender melhor, vale a pena ler o texto: &#8220;Crise Financeira enquanto o (&#8230;)&#8221; e principalmente os comentários. O Kiyosaki gosta mais daqueles investimentos em que o [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] de capital dos que geram fluxo de caixa. Para entender melhor, vale a pena ler o texto: &#8220;Crise Financeira enquanto o (&#8230;)&#8221; e principalmente os comentários. O Kiyosaki gosta mais daqueles investimentos em que o [...]</p>
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		<title>By: taturana (pseudônimo)</title>
		<link>http://www.amigorico.org/blog/2008/10/22/crise-financeira-enquanto-o-resto-do-mundo-entra-em-panico-robert-kiyosaki-mostra-como-este-pode-ser-o-melhor-momento-da-sua-vida-financeira/comment-page-1/#comment-4615</link>
		<dc:creator>taturana (pseudônimo)</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 21:02:03 +0000</pubDate>
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		<description>Em tempo: numa empresa, por exemplo, o fluxo de caixa é mais importante do que o lucro. Consideremos que a empresa é um automóvel, o fluxo de caixa a gasolina, e o lucro é o óleo. Para o carro andar, temos que constantemente acompanhar o nível de combustível, mas o óleo é verificado dentro de um prazo maior. O fluxo de caixa é o controle das contas, movimentando a empresa para obter lucro a longo prazo.
Espero que ter sido claro e útil.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempo: numa empresa, por exemplo, o fluxo de caixa é mais importante do que o lucro. Consideremos que a empresa é um automóvel, o fluxo de caixa a gasolina, e o lucro é o óleo. Para o carro andar, temos que constantemente acompanhar o nível de combustível, mas o óleo é verificado dentro de um prazo maior. O fluxo de caixa é o controle das contas, movimentando a empresa para obter lucro a longo prazo.<br />
Espero que ter sido claro e útil.</p>
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		<title>By: taturana (pseudônimo)</title>
		<link>http://www.amigorico.org/blog/2008/10/22/crise-financeira-enquanto-o-resto-do-mundo-entra-em-panico-robert-kiyosaki-mostra-como-este-pode-ser-o-melhor-momento-da-sua-vida-financeira/comment-page-1/#comment-4614</link>
		<dc:creator>taturana (pseudônimo)</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 20:52:01 +0000</pubDate>
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		<description>Amigos, pelo que entendi: fluxo de caixa é mais importante, na visão de Robert Kyosaki, porque consiste na origem ou fonte dos recursos, para posterior investimento em eventuais oportunidades, para a geração de lucro ou ganho de capital, correto?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos, pelo que entendi: fluxo de caixa é mais importante, na visão de Robert Kyosaki, porque consiste na origem ou fonte dos recursos, para posterior investimento em eventuais oportunidades, para a geração de lucro ou ganho de capital, correto?</p>
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		<title>By: Jonas Novaes</title>
		<link>http://www.amigorico.org/blog/2008/10/22/crise-financeira-enquanto-o-resto-do-mundo-entra-em-panico-robert-kiyosaki-mostra-como-este-pode-ser-o-melhor-momento-da-sua-vida-financeira/comment-page-1/#comment-4598</link>
		<dc:creator>Jonas Novaes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 00:34:12 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Janio e Marcelo. Considerando que a poupança não é &quot;fluxo de caixa&quot; e sim &quot;poupança&quot;, o mesmo ocorre com as aplicações em CDB&#039;s e RDB&#039;s e Fundos de Investimento em Renda Fixa? Porque?

Na minha cidade o preço dos imóveis comerciais está muito elevado, os alugueis estão rendendo cerca de 0,20% a 0,60% o preço dos imóveis. O CDB&#039;s por outro lado estão rendendo acima de 1,0%. Assim, não seria melhor manter o dinheiro no CDB&#039;s e comprar um imóvel somente se o preço do mesmo baixar?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Janio e Marcelo. Considerando que a poupança não é &#8220;fluxo de caixa&#8221; e sim &#8220;poupança&#8221;, o mesmo ocorre com as aplicações em CDB&#8217;s e RDB&#8217;s e Fundos de Investimento em Renda Fixa? Porque?</p>
<p>Na minha cidade o preço dos imóveis comerciais está muito elevado, os alugueis estão rendendo cerca de 0,20% a 0,60% o preço dos imóveis. O CDB&#8217;s por outro lado estão rendendo acima de 1,0%. Assim, não seria melhor manter o dinheiro no CDB&#8217;s e comprar um imóvel somente se o preço do mesmo baixar?</p>
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		<title>By: Fabio Platero</title>
		<link>http://www.amigorico.org/blog/2008/10/22/crise-financeira-enquanto-o-resto-do-mundo-entra-em-panico-robert-kiyosaki-mostra-como-este-pode-ser-o-melhor-momento-da-sua-vida-financeira/comment-page-1/#comment-4461</link>
		<dc:creator>Fabio Platero</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 16:58:15 +0000</pubDate>
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		<description>Robert Kiyosaki têm razão em afirmar que fluxo de caixa é o melhor caminho para investir.   Se você quer saber como fazer um milhão de dólares, aqui vai:  Existem quatro formas: Sorte. Esforço Paciente. Habilidade. Risco.

&lt;abbr&gt;&lt;em&gt;Fabio Platero’s last blog post..&lt;a href=&quot;http://maxinegocios.blogspot.com/2008/11/o-que-empreender.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;O que é empreender?&lt;/a&gt;&lt;/abbr&gt;&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Robert Kiyosaki têm razão em afirmar que fluxo de caixa é o melhor caminho para investir.   Se você quer saber como fazer um milhão de dólares, aqui vai:  Existem quatro formas: Sorte. Esforço Paciente. Habilidade. Risco.</p>
<p><abbr><em>Fabio Platero’s last blog post..<a href="http://maxinegocios.blogspot.com/2008/11/o-que-empreender.html" rel="nofollow">O que é empreender?</a></em></abbr></p>
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		<title>By: Marcelo Angulo</title>
		<link>http://www.amigorico.org/blog/2008/10/22/crise-financeira-enquanto-o-resto-do-mundo-entra-em-panico-robert-kiyosaki-mostra-como-este-pode-ser-o-melhor-momento-da-sua-vida-financeira/comment-page-1/#comment-4282</link>
		<dc:creator>Marcelo Angulo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 19:58:46 +0000</pubDate>
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		<description>Janio, novamente, todos agradecemos sua contribuição. Quando você diz que o empresário Lírio Parisotto ganha dinheiro com &quot;fluxo de caixa&quot;. Você se refere à carteira de ações ou ao negócio próprio (Videolar)? Abraço! Marcelo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Janio, novamente, todos agradecemos sua contribuição. Quando você diz que o empresário Lírio Parisotto ganha dinheiro com &#8220;fluxo de caixa&#8221;. Você se refere à carteira de ações ou ao negócio próprio (Videolar)? Abraço! Marcelo</p>
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		<title>By: Janio Barbosa</title>
		<link>http://www.amigorico.org/blog/2008/10/22/crise-financeira-enquanto-o-resto-do-mundo-entra-em-panico-robert-kiyosaki-mostra-como-este-pode-ser-o-melhor-momento-da-sua-vida-financeira/comment-page-1/#comment-4270</link>
		<dc:creator>Janio Barbosa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 02:35:55 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados,
Postei semana passada um comentário sobre &quot;Fluxo de Caixa&quot; avaliando que mesmo no mercado de ações é possível usar essa estratégia. Queria acrescentar que além dos dividendos pode-se também alavancar o fluxo de caixa com o aluguel de ações.  
Colei abaixo um texto publicado semana passada na Revista Exame que mostra uma coisa rara, um brasileiro ganhando dinheiro com fluxo de caixa.
O &quot;Normal&quot; é quem está no mercado de ações querer acertar o topo para fazer suas vendas, ou os vales para a compra. Falar é fácil. Existem tantas ferramentas de Análise Técnica dando sinais contraditórios que você só pode escolher uma no chute. E se ela te der lucro, no dia seguinte ela pode te dar prejuizo porque o que funciona mesmo é a expectativa (ou torcida) do investidor, um tal de &quot;Feeling do Investidor&quot;. Feeling é só uma palavra importada pra dizer &quot;Chute&quot;. Quer uma prova? Toda vez que tem alguém vendendo uma ação, tem alguém comprando, então no exato instante de uma negociação cada um dos investidores está apostando que o mercado vai andar na direção oposta ao do outro. No fundo ninguém sabe de nada. Se você usar uma moeda e tirar cara ou coroa pra saber se compra ou vende o resultado deve ser parecido. Se usar um dado para escolher as ações, também. Quem compra e vende a toda hora, descobre que está na verdade é &quot;apostando&quot; como num jogo qualquer. 
Então é bom ver uma opinião sensata no meio de toda essa loucura. Leia aí, e coloque a sua contribuição ao debate. Um abraço a todos. 



REVISTA EXAME - 05/11/2008 

A encarnação do otimismo 

Por Samantha Lima 

Nas últimas duas décadas, o empresário gaúcho Lírio Parisotto, de 54 anos, construiu o que pode se chamar de uma história de sucesso. Nascido numa família de agricultores, trabalhou como representante comercial até criar a Videolar, em 1988. A empresa, que nasceu produzindo fitas cassete e VHS, hoje fatura 1,4 bilhão de reais e é líder de mercado entre os fabricantes nacionais de CDs e DVDs. Uma década depois da criação de seu negócio, em 1998, Parisotto decidiu entrar no mercado de ações aplicando recursos próprios na bolsa. Em seu melhor momento, chegou a multiplicar por 7 os 200 milhões de reais que investiu no período, transformando-se num dos maiores investidores individuais da Bovespa. Tudo parecia bem até 15 de setembro, quando eclodiu a crise financeira que derrubou os mercados do mundo inteiro. Em pouco mais de um mês, Parisotto perdeu nada menos que 600 milhões de reais, dinheiro suficiente para deixar qualquer ser humano prostrado. Mas ele continua otimista. &quot;Prefiro pensar que não perdi nada porque não vendi nada. As ações vão subir&quot;, disse Parisotto a EXAME em seu escritório, instalado dentro da corretora Geração Futuro, responsável pela carteira. &quot;Mas é claro que eu adoraria ter vendido todas um dia antes da queda.&quot; Parisotto é um fundamentalista da bolsa de valores, aquele tipo de investidor que, depois de convertido ao mercado acionário, simplesmente o transforma numa profissão de fé. Desde que deixou o comando da Videolar, no início do ano, passa a maior parte do tempo no amplo espaço composto de três salas na Geração Futuro. Esse arranjo foi idéia dos donos da corretora, um sinal de deferência pelo tamanho de sua carteira de ações. Mesmo com o tombo dos últimos tempos, o portfólio de Parisotto está hoje em torno de 700 milhões de reais, e é parte de um fundo ainda maior que ele tem, com outros 15 investidores - a quem chama de confrades. Quando está em sua sala na corretora, o que acontece de segunda a sexta, desde de manhã até bem depois que os mercados fecham, Parisotto acompanha as oscilações de seus investimentos em um monitor de 26 polegadas. Ao fim do pregão, o mesmo ritual: um dos operadores lhe entrega um boletim com o saldo do dia. Por enquanto, seu desempenho tem sido melhor do que o da bolsa - seu fundo perdeu 46% no ano, ante os 54% do Ibovespa. Apesar do mais de meio bilhão de reais perdido, o empresário-investidor vem desenvolvendo uma estratégia ainda mais agressiva nestes tempos de crise. A idéia é usar tudo o que for pago em dividendos das empresas da carteira - algo como 100 milhões de reais por ano - para comprar o que estiver na bacia das almas. Para ele, os papéis de Vale, Usiminas e Randon estão &quot;de graça&quot;. &quot;Triste não é a queda da bolsa, é não ter mais dinheiro para investir. Sinto-me como Imelda Marcos numa loja de sapatos&quot;, diz, referindo-se à mulher do ex-ditador das Filipinas Ferdinand Marcos, famosa por sua coleção de 3 000 pares de sapatos. Com quase uma década de bolsa de valores, Parisotto desenvolveu uma cartilha bem própria para definir que papéis comprar e o melhor momento para fazê-lo. Entre suas regras peculiares, está manter distância de IPOs. &quot;Para mim, o que chegou à bolsa é lixo.&quot; Não compra petrobras (&quot;a empresa é muito emperrada&quot;) e também tem horror a cadeias varejistas e companhias aéreas. &quot;Se não estão quebradas, quebrarão um dia&quot;, diz. Antes de sair às compras, estuda a fundo os balanços das empresas e, principalmente, verifica se a companhia é boa pagadora de dividendos - em média, se dá por satisfeito com 40% do lucro. &quot;Queda de preço não me preocupa. O que me deixaria apavorado é queda no lucro.&quot; Isso é o que mais o tem incomodado em relação a algumas empresas de seu portfólio. &quot;Estou perdendo a paciência com a Braskem. Já passou da hora de essa empresa dar mais lucro.&quot; Na defesa de seus interesses, Parisotto chegou a cobrar uma melhora nos resultados diretamente do presidente da companhia, na época José Carlos Grubisich, de quem é vizinho. &quot;Acho que ele passou a mudar de caminho quando me via, porque depois disso não o encontrei nunca mais.&quot; Para ajudar no processo decisório, Parisotto tem ainda um método especial que, segundo ele, é infalível para saber se os executivos de uma companhia são dedicados ou não. &quot;Basta ver se contratam consultorias. Consultoria é coisa de executivo preguiçoso.&quot; Neste momento, a bolsa tem sido um enorme desafio para Parisotto, mas está longe de ser o único. A empresa que deu origem à sua fortuna, a Videolar, também passa por momentos de dificuldade. No ano passado, a receita caiu cerca de 10% e o lucro diminuiu 70%. Os números não são tão trágicos quanto as perdas no mercado de ações, mas foram encarados como um aviso de que a situação requer cuidados. Nunca, em 20 anos de história, a Videolar havia registrado queda de faturamento. Tal resultado é atribuído à concorrência de produtos piratas, principalmente CDs e DVDs gravados, e à invasão de produtos chineses, especialmente de discos para gravação. &quot;Estamos fazendo um esforço imenso para manter em 2008 os números do ano passado, mas não está fácil&quot;, diz Phillip Wojdyslawski, sócio de Parisotto na Videolar e atual presidente da empresa. Parisotto lhe passou o cargo depois de concluir, há dois anos, que se cansou de enfrentar os problemas do setor. Àquela altura, vivia com pressão alta e insônia. &quot;Decidi jogar a toalha em relação à pirataria, porque a sociedade a tolera&quot;, diz o empresário. nullPara alguém tão chegado ao mercado de ações, a hipótese de abrir o capital chegou a passar pela cabeça de Parisotto, mas ele acabou não se animando muito. &quot;Quando ainda presidia a empresa, havia pilhas de propostas de bancos em minha mesa. A Videolar está arrumada, tem balanços auditados, mas eu não abriria o capital de uma empresa que não tenho coragem de oferecer a meu melhor amigo&quot;, diz. Num recurso extremo, Wojdyslawski pediu recentemente salvaguardas ao governo brasileiro em relação aos produtos chineses. Os trâmites do processo demoram um ano e, caso o governo aceite os argumentos da empresa, os importados deverão ser sobretaxados. Com isso, a Videolar ganhará oxigênio extra. &quot;Seremos os últimos a apagar a luz, produziremos até o último cliente, mas sei que esse negócio não tem futuro&quot;, diz Parisotto. Outra tentativa para recuperar a empresa é um investimento de 100 milhões de dólares previsto para 2012: a ampliação de uma petroquímica que é parte do grupo e produz resinas em Manaus. A unidade foi construída em 2002 para, inicialmente, fornecer plástico à Videolar e, eventualmente, vender o excedente a outras indústrias de eletrônicos da Amazônia. O negócio vai bem e, hoje, responde por um terço das receitas e quase todo o lucro da Videolar. &quot;Essa será a nova cara da empresa.&quot; Quem não conhece a trajetória de Parisotto pode estranhar o otimismo com que o empresário enfrenta os desafios. Ele nasceu em Nova Bassano, no interior do Rio Grande do Sul, numa família pobre de agricultores. Sua história de empreendedor é exemplar. Na década de 70, Parisotto vendia toca-fitas para automóveis comprados em São Paulo. Na época, poucos carros que saíam de fábrica tinham o aparelho como item de série e a empreitada foi um sucesso. Em 1980, abriu uma loja de equipamentos eletrônicos em Caxias do Sul. Em 1985, foi convidado pela Sony para participar de uma convenção no Japão e, lá, conheceu o processo de fabricação de fitas de vídeo sob medida para o tamanho do filme e de gravação de filmes - o que evitava desperdícios e, portanto, custos. Mais tarde, em uma viagem a Nova York, conheceu o videocassete. Dois anos depois, com o país em crise, Parisotto vendeu a loja aos sócios e, em 1988, com 2 milhões de dólares em caixa, montou a Videolar, em Caxias do Sul. A empresa, localizada a mais de 1 000 quilômetros do principal mercado consumidor - a cidade de São Paulo -, foi a primeira fábrica brasileira de gravação de conteúdo em fitas fabricadas sob medida para o tempo de reprodução. &quot;Sempre fui um otimista&quot;. As perdas na bolsa Nos últimos 60 dias, Parisotto só saiu duas vezes da frente de seu monitor. Foram duas viagens rápidas ao exterior. Na primeira, foi a Nova York fechar a compra de um apartamento. &quot;Os preços caíram&quot;, diz. Na segunda, foi com quatro amigos à região da Borgonha, na França, visitar produtores do famoso vinho Romanée-Conti, um dos mais caros do mundo e uma de suas paixões. Garante que, em ambas ocasiões, não entrou na internet nenhuma vez para ver os fechamentos do pregão. &quot;Assim como o ministro Guido Mantega, não perdi uma noite de sono com a crise.&quot; Quando reafirma sua postura de tranqüilidade, Parisotto preocupa-se em não parecer, com a atitude, tripudiar sobre as desventuras econômicas alheias. &quot;Sei que as pessoas estão num momento ruim. Mas é preciso trabalhar e olhar o longo prazo, porque as crises têm início e fim.&quot; Nesse sentido, diz que quem o inspira é o mítico investidor americano Warren Buffett, o homem mais rico do mundo. Parisotto está lendo sua recém-publicada biografia, Snow Ball, de Alice Schroeder. Assim que Buffett anunciou que compraria 5% do banco de investimento em crise Goldman Sachs, há um mês, Parisotto decidiu comprar dez ações de sua empresa de participações, a Berkshire Hathaway, por 115 000 dólares cada uma. O objetivo é participar, no próximo ano, da assembléia de acionistas da empresa em Omaha, no remoto estado de Nebraska, apenas pelo prazer de estar lá. &quot;Quem dera ter o discernimento e a serenidade de Buffett&quot;, diz. Com a calma que Parisotto demonstra diante de um tombo de mais de meio bilhão, até que ele não está tão longe de seu objetivo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados,<br />
Postei semana passada um comentário sobre &#8220;Fluxo de Caixa&#8221; avaliando que mesmo no mercado de ações é possível usar essa estratégia. Queria acrescentar que além dos dividendos pode-se também alavancar o fluxo de caixa com o aluguel de ações.<br />
Colei abaixo um texto publicado semana passada na Revista Exame que mostra uma coisa rara, um brasileiro ganhando dinheiro com fluxo de caixa.<br />
O &#8220;Normal&#8221; é quem está no mercado de ações querer acertar o topo para fazer suas vendas, ou os vales para a compra. Falar é fácil. Existem tantas ferramentas de Análise Técnica dando sinais contraditórios que você só pode escolher uma no chute. E se ela te der lucro, no dia seguinte ela pode te dar prejuizo porque o que funciona mesmo é a expectativa (ou torcida) do investidor, um tal de &#8220;Feeling do Investidor&#8221;. Feeling é só uma palavra importada pra dizer &#8220;Chute&#8221;. Quer uma prova? Toda vez que tem alguém vendendo uma ação, tem alguém comprando, então no exato instante de uma negociação cada um dos investidores está apostando que o mercado vai andar na direção oposta ao do outro. No fundo ninguém sabe de nada. Se você usar uma moeda e tirar cara ou coroa pra saber se compra ou vende o resultado deve ser parecido. Se usar um dado para escolher as ações, também. Quem compra e vende a toda hora, descobre que está na verdade é &#8220;apostando&#8221; como num jogo qualquer.<br />
Então é bom ver uma opinião sensata no meio de toda essa loucura. Leia aí, e coloque a sua contribuição ao debate. Um abraço a todos. </p>
<p>REVISTA EXAME &#8211; 05/11/2008 </p>
<p>A encarnação do otimismo </p>
<p>Por Samantha Lima </p>
<p>Nas últimas duas décadas, o empresário gaúcho Lírio Parisotto, de 54 anos, construiu o que pode se chamar de uma história de sucesso. Nascido numa família de agricultores, trabalhou como representante comercial até criar a Videolar, em 1988. A empresa, que nasceu produzindo fitas cassete e VHS, hoje fatura 1,4 bilhão de reais e é líder de mercado entre os fabricantes nacionais de CDs e DVDs. Uma década depois da criação de seu negócio, em 1998, Parisotto decidiu entrar no mercado de ações aplicando recursos próprios na bolsa. Em seu melhor momento, chegou a multiplicar por 7 os 200 milhões de reais que investiu no período, transformando-se num dos maiores investidores individuais da Bovespa. Tudo parecia bem até 15 de setembro, quando eclodiu a crise financeira que derrubou os mercados do mundo inteiro. Em pouco mais de um mês, Parisotto perdeu nada menos que 600 milhões de reais, dinheiro suficiente para deixar qualquer ser humano prostrado. Mas ele continua otimista. &#8220;Prefiro pensar que não perdi nada porque não vendi nada. As ações vão subir&#8221;, disse Parisotto a EXAME em seu escritório, instalado dentro da corretora Geração Futuro, responsável pela carteira. &#8220;Mas é claro que eu adoraria ter vendido todas um dia antes da queda.&#8221; Parisotto é um fundamentalista da bolsa de valores, aquele tipo de investidor que, depois de convertido ao mercado acionário, simplesmente o transforma numa profissão de fé. Desde que deixou o comando da Videolar, no início do ano, passa a maior parte do tempo no amplo espaço composto de três salas na Geração Futuro. Esse arranjo foi idéia dos donos da corretora, um sinal de deferência pelo tamanho de sua carteira de ações. Mesmo com o tombo dos últimos tempos, o portfólio de Parisotto está hoje em torno de 700 milhões de reais, e é parte de um fundo ainda maior que ele tem, com outros 15 investidores &#8211; a quem chama de confrades. Quando está em sua sala na corretora, o que acontece de segunda a sexta, desde de manhã até bem depois que os mercados fecham, Parisotto acompanha as oscilações de seus investimentos em um monitor de 26 polegadas. Ao fim do pregão, o mesmo ritual: um dos operadores lhe entrega um boletim com o saldo do dia. Por enquanto, seu desempenho tem sido melhor do que o da bolsa &#8211; seu fundo perdeu 46% no ano, ante os 54% do Ibovespa. Apesar do mais de meio bilhão de reais perdido, o empresário-investidor vem desenvolvendo uma estratégia ainda mais agressiva nestes tempos de crise. A idéia é usar tudo o que for pago em dividendos das empresas da carteira &#8211; algo como 100 milhões de reais por ano &#8211; para comprar o que estiver na bacia das almas. Para ele, os papéis de Vale, Usiminas e Randon estão &#8220;de graça&#8221;. &#8220;Triste não é a queda da bolsa, é não ter mais dinheiro para investir. Sinto-me como Imelda Marcos numa loja de sapatos&#8221;, diz, referindo-se à mulher do ex-ditador das Filipinas Ferdinand Marcos, famosa por sua coleção de 3 000 pares de sapatos. Com quase uma década de bolsa de valores, Parisotto desenvolveu uma cartilha bem própria para definir que papéis comprar e o melhor momento para fazê-lo. Entre suas regras peculiares, está manter distância de IPOs. &#8220;Para mim, o que chegou à bolsa é lixo.&#8221; Não compra petrobras (&#8220;a empresa é muito emperrada&#8221;) e também tem horror a cadeias varejistas e companhias aéreas. &#8220;Se não estão quebradas, quebrarão um dia&#8221;, diz. Antes de sair às compras, estuda a fundo os balanços das empresas e, principalmente, verifica se a companhia é boa pagadora de dividendos &#8211; em média, se dá por satisfeito com 40% do lucro. &#8220;Queda de preço não me preocupa. O que me deixaria apavorado é queda no lucro.&#8221; Isso é o que mais o tem incomodado em relação a algumas empresas de seu portfólio. &#8220;Estou perdendo a paciência com a Braskem. Já passou da hora de essa empresa dar mais lucro.&#8221; Na defesa de seus interesses, Parisotto chegou a cobrar uma melhora nos resultados diretamente do presidente da companhia, na época José Carlos Grubisich, de quem é vizinho. &#8220;Acho que ele passou a mudar de caminho quando me via, porque depois disso não o encontrei nunca mais.&#8221; Para ajudar no processo decisório, Parisotto tem ainda um método especial que, segundo ele, é infalível para saber se os executivos de uma companhia são dedicados ou não. &#8220;Basta ver se contratam consultorias. Consultoria é coisa de executivo preguiçoso.&#8221; Neste momento, a bolsa tem sido um enorme desafio para Parisotto, mas está longe de ser o único. A empresa que deu origem à sua fortuna, a Videolar, também passa por momentos de dificuldade. No ano passado, a receita caiu cerca de 10% e o lucro diminuiu 70%. Os números não são tão trágicos quanto as perdas no mercado de ações, mas foram encarados como um aviso de que a situação requer cuidados. Nunca, em 20 anos de história, a Videolar havia registrado queda de faturamento. Tal resultado é atribuído à concorrência de produtos piratas, principalmente CDs e DVDs gravados, e à invasão de produtos chineses, especialmente de discos para gravação. &#8220;Estamos fazendo um esforço imenso para manter em 2008 os números do ano passado, mas não está fácil&#8221;, diz Phillip Wojdyslawski, sócio de Parisotto na Videolar e atual presidente da empresa. Parisotto lhe passou o cargo depois de concluir, há dois anos, que se cansou de enfrentar os problemas do setor. Àquela altura, vivia com pressão alta e insônia. &#8220;Decidi jogar a toalha em relação à pirataria, porque a sociedade a tolera&#8221;, diz o empresário. nullPara alguém tão chegado ao mercado de ações, a hipótese de abrir o capital chegou a passar pela cabeça de Parisotto, mas ele acabou não se animando muito. &#8220;Quando ainda presidia a empresa, havia pilhas de propostas de bancos em minha mesa. A Videolar está arrumada, tem balanços auditados, mas eu não abriria o capital de uma empresa que não tenho coragem de oferecer a meu melhor amigo&#8221;, diz. Num recurso extremo, Wojdyslawski pediu recentemente salvaguardas ao governo brasileiro em relação aos produtos chineses. Os trâmites do processo demoram um ano e, caso o governo aceite os argumentos da empresa, os importados deverão ser sobretaxados. Com isso, a Videolar ganhará oxigênio extra. &#8220;Seremos os últimos a apagar a luz, produziremos até o último cliente, mas sei que esse negócio não tem futuro&#8221;, diz Parisotto. Outra tentativa para recuperar a empresa é um investimento de 100 milhões de dólares previsto para 2012: a ampliação de uma petroquímica que é parte do grupo e produz resinas em Manaus. A unidade foi construída em 2002 para, inicialmente, fornecer plástico à Videolar e, eventualmente, vender o excedente a outras indústrias de eletrônicos da Amazônia. O negócio vai bem e, hoje, responde por um terço das receitas e quase todo o lucro da Videolar. &#8220;Essa será a nova cara da empresa.&#8221; Quem não conhece a trajetória de Parisotto pode estranhar o otimismo com que o empresário enfrenta os desafios. Ele nasceu em Nova Bassano, no interior do Rio Grande do Sul, numa família pobre de agricultores. Sua história de empreendedor é exemplar. Na década de 70, Parisotto vendia toca-fitas para automóveis comprados em São Paulo. Na época, poucos carros que saíam de fábrica tinham o aparelho como item de série e a empreitada foi um sucesso. Em 1980, abriu uma loja de equipamentos eletrônicos em Caxias do Sul. Em 1985, foi convidado pela Sony para participar de uma convenção no Japão e, lá, conheceu o processo de fabricação de fitas de vídeo sob medida para o tamanho do filme e de gravação de filmes &#8211; o que evitava desperdícios e, portanto, custos. Mais tarde, em uma viagem a Nova York, conheceu o videocassete. Dois anos depois, com o país em crise, Parisotto vendeu a loja aos sócios e, em 1988, com 2 milhões de dólares em caixa, montou a Videolar, em Caxias do Sul. A empresa, localizada a mais de 1 000 quilômetros do principal mercado consumidor &#8211; a cidade de São Paulo -, foi a primeira fábrica brasileira de gravação de conteúdo em fitas fabricadas sob medida para o tempo de reprodução. &#8220;Sempre fui um otimista&#8221;. As perdas na bolsa Nos últimos 60 dias, Parisotto só saiu duas vezes da frente de seu monitor. Foram duas viagens rápidas ao exterior. Na primeira, foi a Nova York fechar a compra de um apartamento. &#8220;Os preços caíram&#8221;, diz. Na segunda, foi com quatro amigos à região da Borgonha, na França, visitar produtores do famoso vinho Romanée-Conti, um dos mais caros do mundo e uma de suas paixões. Garante que, em ambas ocasiões, não entrou na internet nenhuma vez para ver os fechamentos do pregão. &#8220;Assim como o ministro Guido Mantega, não perdi uma noite de sono com a crise.&#8221; Quando reafirma sua postura de tranqüilidade, Parisotto preocupa-se em não parecer, com a atitude, tripudiar sobre as desventuras econômicas alheias. &#8220;Sei que as pessoas estão num momento ruim. Mas é preciso trabalhar e olhar o longo prazo, porque as crises têm início e fim.&#8221; Nesse sentido, diz que quem o inspira é o mítico investidor americano Warren Buffett, o homem mais rico do mundo. Parisotto está lendo sua recém-publicada biografia, Snow Ball, de Alice Schroeder. Assim que Buffett anunciou que compraria 5% do banco de investimento em crise Goldman Sachs, há um mês, Parisotto decidiu comprar dez ações de sua empresa de participações, a Berkshire Hathaway, por 115 000 dólares cada uma. O objetivo é participar, no próximo ano, da assembléia de acionistas da empresa em Omaha, no remoto estado de Nebraska, apenas pelo prazer de estar lá. &#8220;Quem dera ter o discernimento e a serenidade de Buffett&#8221;, diz. Com a calma que Parisotto demonstra diante de um tombo de mais de meio bilhão, até que ele não está tão longe de seu objetivo.</p>
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		<title>By: Gutemberg Santos</title>
		<link>http://www.amigorico.org/blog/2008/10/22/crise-financeira-enquanto-o-resto-do-mundo-entra-em-panico-robert-kiyosaki-mostra-como-este-pode-ser-o-melhor-momento-da-sua-vida-financeira/comment-page-1/#comment-4262</link>
		<dc:creator>Gutemberg Santos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2008 13:18:49 +0000</pubDate>
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		<description>Não só muito interessante o resumo, mas também o propósito!  a grande troca de conhecimento e a relação embasada nos ensinamentos de Robert! com certeza o aprendizado está sendo de grande valia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não só muito interessante o resumo, mas também o propósito!  a grande troca de conhecimento e a relação embasada nos ensinamentos de Robert! com certeza o aprendizado está sendo de grande valia.</p>
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		<title>By: Marcelo Angulo</title>
		<link>http://www.amigorico.org/blog/2008/10/22/crise-financeira-enquanto-o-resto-do-mundo-entra-em-panico-robert-kiyosaki-mostra-como-este-pode-ser-o-melhor-momento-da-sua-vida-financeira/comment-page-1/#comment-4251</link>
		<dc:creator>Marcelo Angulo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 17:19:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.amigorico.org/blog/?p=86#comment-4251</guid>
		<description>Olá Fred. Obrigado pelo comentário. Pelo o que entendi, você vive de renda, porém ganhava mais quando era empresário. Como você mesmo disse, fez uma opção. Seu desejo atual, no entanto, é o de gerar mais fluxo de caixa; porém seu patrimônio atual não pode ser dinamizado no curto prazo. Provavelmente, um caminho para você é aproveitar o seu tempo livre e criar um novo ativo do zero que lhe traga este ganho de caixa que deseja. Use a sua inteligência financeira.
Dois textos interessantes para você são: 
 - http://www.amigorico.org/blog/2006/07/24/taxa-de-riqueza-do-pai-rico-calcule-a-sua/ e 
 - http://www.amigorico.org/blog/2006/07/31/a-regra-numero-um/
Abraço, Marcelo
PS: caso algum leitor tenha comentários ao Fred, serão muito bem vindos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Fred. Obrigado pelo comentário. Pelo o que entendi, você vive de renda, porém ganhava mais quando era empresário. Como você mesmo disse, fez uma opção. Seu desejo atual, no entanto, é o de gerar mais fluxo de caixa; porém seu patrimônio atual não pode ser dinamizado no curto prazo. Provavelmente, um caminho para você é aproveitar o seu tempo livre e criar um novo ativo do zero que lhe traga este ganho de caixa que deseja. Use a sua inteligência financeira.<br />
Dois textos interessantes para você são:<br />
 &#8211; <a href="http://www.amigorico.org/blog/2006/07/24/taxa-de-riqueza-do-pai-rico-calcule-a-sua/" rel="nofollow">http://www.amigorico.org/blog/2006/07/24/taxa-de-riqueza-do-pai-rico-calcule-a-sua/</a> e<br />
 &#8211; <a href="http://www.amigorico.org/blog/2006/07/31/a-regra-numero-um/" rel="nofollow">http://www.amigorico.org/blog/2006/07/31/a-regra-numero-um/</a><br />
Abraço, Marcelo<br />
PS: caso algum leitor tenha comentários ao Fred, serão muito bem vindos.</p>
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		<title>By: DOUGLAS PEREIRA FERRO</title>
		<link>http://www.amigorico.org/blog/2008/10/22/crise-financeira-enquanto-o-resto-do-mundo-entra-em-panico-robert-kiyosaki-mostra-como-este-pode-ser-o-melhor-momento-da-sua-vida-financeira/comment-page-1/#comment-4240</link>
		<dc:creator>DOUGLAS PEREIRA FERRO</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 19:49:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.amigorico.org/blog/?p=86#comment-4240</guid>
		<description>Gostei muito dos comentarios de Janio Barbosa, obrigado pela explicação, vou tentar interpretar do meu melhor possivel.
Um abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito dos comentarios de Janio Barbosa, obrigado pela explicação, vou tentar interpretar do meu melhor possivel.<br />
Um abraço</p>
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