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12/11/2009 por AmigoRico.org

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Com mais de 3 milhões de usuários no mundo todo, o Twitter é um serviço gratuito de informação em tempo real na internet.  O interessado se cadastra no site de forma muito simples, bastando criar um login e uma senha, e lá escolhe quem deseja acompanhar (usa-se o termo follow no serviço). Ao consultar sua página, aparecem as últimas atualizações (posts ou updates) de seus eleitos, que são mensagens curtíssimas, geralmente com apenas uma frase (máximo de 140 caracteres), mostradas em ordem cronológica com as últimas novidades divulgadas.

O serviço de microblogging começou de forma tímida. Logo veículos de informação e instituições viram o potencial para agilizar a comunicação entre seus pares e público.

O mito do R$ 1 real por dia em finanças pessoais

12/11/2009 por AmigoRico.org

Desde o controle da inflação, conseqüência da bem sucedida implantação do Plano Real há exatos quinze anos, passou a ser possível prever, com grau de precisão relativamente alto, quanto valeria nosso dinheiro após dias, semanas, meses e, até mesmo, anos. Se até meados de 1994 a ordem era “consuma antes da próxima remarcação de preços”, a inflação sob controle trouxe um novo paradigma.

Nesse sentido, ao invés de decidirem se, ao receber o salário, iriam, por exemplo, ao supermercado logo cedo ou depois do expediente, os consumidores não precisaram mais se preocupar em chegar para as compras antes da remarcação de preços. Porém, será que tomar decisões ficou mais simples com o controle da inflação?

Em princípio, tudo indicava que sim, afinal, poder escolher em qual dia efetuar as compras no supermercado passou a dar aos consumidores maior liberdade. Essa liberdade foi também traduzida pela possibilidade de escolha entre diversos serviços, principalmente financeiros, que passaram a estar à disposição dos consumidores de forma muito mais ampla. Dentre esses serviços, vale citar os maiores prazos para financiamentos imobiliários, a possibilidade de contrair dívidas com parcelas fixas e de investir em instrumentos financeiros que não visassem somente à proteção da inflação em determinado período.

Porém, nem tudo se mostrou tão simples nessa nova realidade. Com a possibilidade de ter acesso a crédito de forma mais simples, alguns consumidores se endividaram em excesso, algo ainda presente nos dias atuais. Na parte de investimentos, tentou-se vender a idéia de se tornar milionário com pouco (ou praticamente nenhum) esforço – para isso, “bastaria” economizar R$ 1 por dia.

Sacando as calculadoras financeiras dos bolsos, muitos tentaram (e ainda tentam) vender essa idéia, chegando até a demonstrar, em alguns casos, que não é milionário somente aquele que não quer – afinal, quem não consegue economizar R$ 1 por dia?

Aplicando-se R$ 10 a cada dez dias (visto que praticamente não existem produtos com aplicações iniciais e adicionais de R$ 1) e considerando-se juros de 6,5% ao ano (próximo ao da caderneta de poupança), teremos mais um felizardo milionário… após 82 anos! E, terceiro, sem considerar a inflação: R$ 1 milhão daqui a 82 anos certamente equivalerá muito menos que a mesma quantia nos dias atuais. Assim, economizar R$ 1 por dia, apesar de parecer algo simples, não é tão viável para objetivos que envolvam quantias muito expressivas.

Para quem busca adquirir o hábito de poupar, sem dúvida se trata de um ótimo começo. Porém, conforme os objetivos passam a envolver quantias maiores, é preciso que haja uma motivação bem clara – o que eu ganharia abrindo mão de algo hoje para ter mais amanhã? E quão distante é esse “amanhã” para valer a pena agüentar ficar sem hoje?

Tendo adquirido o hábito de poupar, passa a ser recomendável traçar alguns objetivos que estejam intimamente relacionados com nossos desejos. Não podemos nos esquecer de que temos que levar em consideração a questão da restrição orçamentária, ou seja, por mais desejos que tenhamos, alguns infelizmente ficarão à margem, pois não haverá dinheiro para viabilizar todos.

Muito importante também é lembrar que temos necessidades básicas a serem priorizadas, tais como alimentação, vestuário, moradia e saúde, sem falar na importância de guardar para a aposentadoria. Com essas informações em mãos, que nada mais são do que a base para um planejamento financeiro pessoal bem elaborado, aí sim é viável pensar em investimentos, não somente nos produtos em que aplicar, mas também nas quantias.

Dessa forma, talvez seja equivocado afirmar que as decisões se tornaram mais simples após o controle da inflação. Com a maior facilidade de acesso ao crédito e o crescimento do setor de serviços observado desde então, o consumidor passou a ter muitos bons motivos para gastar seu dinheiro. Porém, é importante tomar consciência da maior complexidade envolvida nesse processo decisório, principalmente em função das conseqüências desagradáveis que o consumo e o endividamento em excesso podem trazer.

Para investimentos, o processo decisório também se tornou mais complexo, embora alguns tentem reduzi-los a pensamentos simplistas. Devemos então extrair desse mito de economizar R$ 1 por dia que o importante é cultivarmos, sempre que possível, o hábito de poupar, mas não sem antes definirmos um bom motivo para recusarmos consumir hoje, principalmente quando os objetivos passam a envolver quantias maiores.

Caio Fragata Torralvo, CFP®, é consultor financeiro pessoal, professor da FIA, um dos autores do livro Aprenda a administrar o próprio dinheiro e faz da parte da equipe Médico das Finanças.

A Corrida dos Ratos, Resumo do Livro Pai Rico, Pai Pobre (Parte 2 de 4)

12/11/2009 por AmigoRico.org

Para ler a primeira parte do resumo do livro Pai Rico, Pai Pobre de Robert Kiyosaki e Sharon Lechter, clique aqui. A segunda parte está abaixo:

5. A Corrida dos Ratos

Se você observar a vida das pessoas de instrução média, trabalhadoras, você verá uma trajetória semelhante:

A criança nasce e vai para a escola. Os pais se orgulham porque o filho se destaca, tira notas boas e consegue entrar na faculdade. O filho se forma e, então, faz exatamente o que estava determinado: procura um emprego.

O filho começa a ganhar dinheiro, chega um monte de cartões de crédito e começam as compras. Com dinheiro para torrar, o filho vai aos mesmos lugares aonde vão os jovens, conhece alguém, namora e, às vezes, casa.

A vida é então maravilhosa, marido e mulher trabalham: dois salários são uma benção. Eles se sentem bem-sucedidos, seu futuro é brilhante, e eles decidem comprar uma casa, um carro, uma televisão, tirar férias e ter filhos. A necessidade de dinheiro é imensa!

O feliz casal conclui que suas carreiras são de maior importância e começa a trabalhar, cada vez mais, para conseguir promoções e aumentos. A renda aumenta e vem outro filho… e a necessidade de uma casa maior. Eles trabalham ainda mais arduamente, tornam-se funcionários melhores. Voltam a estudar para obter especialização e ganhar mais dinheiro. Talvez arrumem mais um emprego. Continue lendo »

Resumo Livro Pai Rico, Pai Pobre: o que os ricos ensinam a seus filhos sobre dinheiro Robert T. Kiyosaki e Sharon Lechter (parte 1 de 4)

04/11/2009 por AmigoRico.org

1. Breves trechos interessantes

“Pai, como é que a gente fica rico? (…)” (p.29).

“Tive dois pais, um rico e outro pobre. (…) Ambos foram homens bem-sucedidos em suas carreiras e trabalharam arduamente durante toda a vida. Ambos auferiam rendas consideráveis. Contudo, um sempre enfrentou dificuldades financeiras. O outro se tornou o homem mais rico do Havaí. (…)” (p. 21)

“Regra Número Um. Você tem que conhecer a diferença entre um ativo e um passivo e comprar ativos. Se você deseja ser rico, isso é tudo o que você precisa conhecer. É a Regra Número Um e é a única regra. (…)” (p. 62)

2. Em poucas palavras

Seis lições e um plano para você iniciar a conquista da Independência Financeira. Aprenda os segredos (conceitos) que tornam os ricos, cada vez mais ricos.

3. O que você vai Encontrar no Índice

“Lições

Capítulo Um: Pai rico, pai pobre

Capítulo Dois: Lição 1 – Os ricos não trabalham pelo dinheiro

Capítulo Três: Lição 2 – Para que alfabetização financeira?

Capítulo Quatro: Lição 3 – Cuide de seus negócios

Capítulo Cinco: Lição 4 – A história dos Impostos

Capítulo Seis: Lição 5 – Os ricos inventam dinheiro Continue lendo »

Artigo Finanças Pessoais, o xis da questão

27/10/2009 por AmigoRico.org

De alguns anos para cá, muito tem sido escrito sobre o tema finanças pessoais: uma série de livros foi publicada, assim como passaram a ser veiculados, nos mais diversos meios de comunicação, informações, comentários e opiniões sobre esse tema. O crescimento da economia brasileira e mundial nos últimos anos, associado com momentos de bons ganhos nos mercados financeiros, também contribuiu para que o tema finanças pessoais estivesse cada vez mais na pauta do dia.

Porém, tem-se a impressão de que muitas iniciativas de divulgação de informações sobre o tema têm caráter pontual, enfocando um ou outro assunto mais específico. Nesse sentido, há várias publicações sobre investimentos, algumas sobre administração de finanças pessoais de forma ampla; outras seguem linhas de autoajuda, ao passo que também se pode encontrar informações pontuais sobre previdência, seguros e planejamento financeiro. Contudo, será que não existe algo anterior, que culmine justamente na necessidade de se conhecer, em um segundo momento, sobre tais assuntos mais específicos?

Administrar os próprios recursos implica, antes de qualquer coisa, tomar decisões. Isso advém do (aparentemente simples e óbvio) fato de que os desejos são ilimitados, ao passo que os recursos, (são infelizmente) finitos. Se queremos tudo, mas não temos condições financeiras para isso, temos que tomar decisões, o que também remete a outra (trivial) conclusão: alguns desejos serão satisfeitos, ao passo que outros, ou serão adiados, ou simplesmente terão que ser deixados de lado.

A questão começa a complicar quando somos estimulados a consumir e a partir do momento em que podemos nos remeter a artifícios financeiros para antecipar esse consumo. Assim, utilizando as diversas formas de financiamento ao consumo (crédito pessoal, cartão de crédito, cheque especial, parcelamentos), temos a sensação de que se pode romper essa barreira da finitude do dinheiro e, com isso, satisfazer “todos” nossos desejos.

Às vezes, antecipar o consumo pode ser muito gratificante: como convencer um casal de noivos a juntar dinheiro por muitos anos ainda para conseguir comprar a tão sonhada casa própria ao invés de acelerar essa compra por meio de um financiamento? Sim, a antecipação do consumo faz parte da realidade e pode trazer muitos benefícios. Porém, volta-se o foco para a tomada de decisão, que precederá a utilização (ou não) do crédito.

Nesse sentido, há muitas informações sobre as linhas de crédito disponíveis para financiamento habitacional. A partir do site de algumas instituições financeiras, é possível inclusive fazer simulações do valor da prestação e praticamente contratar o financiamento, bastando apenas uma visita ao gerente para entrega de documentação e assinatura dos contratos. Porém, quanto da renda poderá ser destinada ao pagamento da prestação? E, contratando um financiamento, será que haverá dinheiro suficiente para satisfação de outros desejos, ou será preciso abrir mão de alguns deles, ainda que temporariamente?

Da mesma forma, quando o assunto é investimento, não faltam informações sobre os produtos financeiros disponíveis. É possível encontrar, até mesmo, dados sobre estratégias sofisticadas para operações com instrumentos mais complexos. Brilha aos olhos a possibilidade de ganhos elevados e aparentemente fáceis. Porém, será que o risco não está demasiadamente alto para o investidor? Em outras palavras, se algo não sair como previsto, será que esse investidor superaria, em termos financeiros, determinada perda? Sem dúvida, são decisões que devem ser tomadas antes mesmo de se buscar informações sobre em quais produtos investir.

Lidar com o dinheiro também implica alguma preocupação com o futuro. Será que o orçamento doméstico contempla a possibilidade de se formar alguma reserva financeira para ser desfrutada no futuro, quando chegar o momento de se aposentar ou mesmo de desacelerar o ritmo de trabalho? Novamente, é possível encontrar diversas informações sobre previdência, mas como mensurar o montante a ser aplicado, a quantidade de risco a ser assumida e o tempo de aplicação são questões que devem ser decididas previamente à escolha do produto que servirá como meio para atingir os objetivos desejados.

Com isso, um aspecto muito importante na administração das finanças pessoais é a tomada de decisão quanto ao destino dos próprios recursos. Como conciliar necessidades básicas (alimentação, vestuário, moradia) com os desejos de consumo, sem contudo romper essa barreira da finitude do dinheiro? Um planejamento financeiro bem elaborado pode ajudar, à medida que contribui para estabelecer prioridades ao longo do tempo, para adequar o risco à capacidade de cada investidor e para que se possa encarar esse xis da questão de forma mais clara, tornando assim a busca por produtos e serviços financeiros algo melhor embasado e coerente às especificidades de cada um.

Caio Fragata Torralvo é consultor financeiro pessoal, professor da FIA, possui a certificação Certified Financial Planner (CFP) e faz parte da equipe Médico das Finanças.

Pai Rico: Imóveis como gerenciar e ganhar (mais) dinheiro

19/10/2009 por AmigoRico.org

Lançado em setembro de 2009, trata-se de um novo livro da série Rich Dad Advisors (Conselheiros do Pai Rico). Leia abaixo a descrição do livro, um trecho do prefácio de Robert Kiyosaki e também a estrutura básica do livro. A fonte é o site da Ed. Elsevier.

Descrição
Se você já fez um investimento imobiliário, a pergunta agora é: como você vai fazer com que isso tenha sucesso, maximizando o potencial e fazendo o seu investimento crescer? A resposta está em uma palavra: administração. Em seu novo livro, Ken McElroy revela as chaves do sucesso da administração de imóveis e ensina ao leitor seus mais importantes princípios, mostrando como ser bem sucedido onde a maioria falha.

Este livro contém conselhos práticos para quem deseja gerenciar seus imóveis, ensinando o leitor a superar os mitos que levam muita gente a evitar tais investimentos, mostrando como decidir quando gerenciar o seu próprio imóvel ou contratar alguém para fazê-lo, encontrar imóveis com verdadeiro potencial de lucro, avaliar as alternativas e definir o próprio preço de compra, negociar a transação com base em números reais, descobrir lucros ocultos em imóveis a serem adquiridos ou de que já se é proprietário, aumentar a renda imobiliária por meio de técnicas comprovadas de gestão de imóveis e, por fim, gerar caixa e riqueza por meio de administração de imóveis.

Trecho do Prefácio de Robert Kiyosaki
A publicação deste livro vem sendo aguardada há muito tempo. Quandoescrevi Pai Rico, Pai Pobre em 2000, eu disse que um grande administrador de imóveis era a chave para o sucesso nesse tipo de investimento. A razão disso é que os grandes administradores de imóveis criam valor. Quando o assunto é investimento em imóveis, o valor não é apenas uma função dos mercados, mas também o afeta. Seu imóvel é tão valioso quanto os inquilinos acham que é – o que estão dispostos a pagar em aluguel. A renda de aluguéis é essencialmente o aspecto do imóvel sobre o qual você tem mais controle. (E, por isso, é o aspecto também que apresenta a maior probabilidade de fracasso.) (…)

A administração de imóveis é um plano de longo prazo. Encontrar, comprar e vender imóveis é um processo relativamente rápido. Em minha experiência, a maioria dos investidores em imóveis é pega de surpresa pelo esforço, suor e lágrimas necessários para gerenciar uma propriedade de maneira eficaz. E como Ken lhe mostrará, suas noções predeterminadas do que é necessário para ser um grande administrador de imóveis são provavelmente fantasiosas. (…)

Partes do Livro
Parte I: Devo[bb] administrar meu imóvel ou contratar alguém para fazer isso por mim?
Parte II: Como encontrar um bom administrador de imóveis?
Parte III: Como encontrar um bom administrador de imóveis?

Para ter acesso ao prefácio e sumário completos, acesse o site da Editora Elsevier. Para adquirir o livro Imóveis: Como Gerenciar e Ganhar (mais) Dinheiro no Submarino, clique aqui.

Palestra de Robert Kiyosaki (Pai Rico) na ExpoMoney: assista no Youtube

14/10/2009 por AmigoRico.org

Robert Kiyosaki, autor de “Pai Rico, Pai Pobre”, best-seller que originou a Série Pai Rico, lida por mais de 20 milhões de pessoas foi o destaque da edição de 2009 da Expomoney São Paulo edição, ministrando 2 palestras no dia 17 de setembro de 2009, ambas com sala lotada.

Um participante filmou trechos da palestra e divulgou no Youtube. Cristiano Alejo, autor do vídeo, comentou: “Pequena parte da Palestra na ExpoMoney em que conheci Robert e Kim Kiyosaki. Falando o básico sobre o livro Pai Rico – Pai Pobre. Mas ele falou também sobre inflação, negócios,commodities, e falou muito sobre ouro e prata….Não esta legendado…mas o inglês de Robert e límpido até para quem não fala muito da pra entender bem!”.

Assista abaixo:

Kim Kiyosaki (autora de Mulher Rica) no Twitter

13/10/2009 por AmigoRico.org

Acompanhe Kim Kiyosaki – esposa de Robert Kiyosaki, autor de Pai Rico, Pai Pobre – no Twitter. O endereço é http://twitter.com/kimkiyosaki (em inglês). Caso queira uma versão em português, clique aqui e acesse o Twitter de Kim Kyosaki traduzido pelo Google Tradutor.

Kim Kiyosaki é autora do livro “Mulher Rica: o livro de investimentos para mulheres“.

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Entrevista com Robert Kiyosaki (Pai Rico) no UOL

09/10/2009 por AmigoRico.org

A jornalista Anne Dias do UOL entrevistou Robert Kiyosaki (Pai Rico, Pai Pobre): “Autor de best-seller financeiro diz que pobre só é pobre porque não arrisca”.

O escritor Robert Kiyosaki, autor do best-seller de educação financeira “Pai Rico, Pai Pobre” (editora Campus/Elsevier), é no mínimo polêmico. Kiyosaki vê a Bolsa de Valores com desconfiança, diz não ter perdido dinheiro com a crise financeira e que pobre só é pobre porque não arrisca.

“O investidor verdadeiro não perdeu dinheiro com essa crise toda”, disse ele com exclusividade para o UOL.

Para ele, a falta de educação financeira dificulta a vida das pessoas. “Este é o maior erro das pessoas: não estudar finanças, não entender de dinheiro”, afirma.

Para a reportagem completa, clique aqui.

Pai Rico Robert Kiyosaki no Twitter

08/10/2009 por AmigoRico.org

Acompanhe Robert Kiyosaki (Pai Rico, Pai Pobre) no Twitter. O endereço é http://twitter.com/theRealKiyosaki (em inglês).

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