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	<title>AmigoRico.org &#187; 2.7. Aposentadoria</title>
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	<description>O Blog AmigoRico.org deseja ajudá-lo na conquista da sua independência financeira e de um futuro repleto de tranquilidade.</description>
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		<title>“Previdência complementar não é só para quem quer se aposentar”</title>
		<link>http://www.amigorico.org/blog/2010/10/20/financas-pessoais-%e2%80%9cprevidencia-complementar-nao-e-so-para-quem-quer-se-aposentar%e2%80%9d-por-marcia-dessen/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2010 22:17:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AmigoRico.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[2.7. Aposentadoria]]></category>

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		<description><![CDATA[EXISTE UMA FACETA dos produtos de previdência complementar, que talvez não seja de domínio público e que certamente despertará a atenção das pessoas de qualquer faixa etária e de qualquer faixa de renda: a possibilidade de pagar menos Imposto de Renda. Você gostaria de trocar uma alíquota de 27,5% por uma de 10% sobre parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>EXISTE UMA FACETA dos produtos de previdência complementar, que talvez não seja de domínio público e que certamente despertará a atenção das pessoas de qualquer faixa etária e de qualquer faixa de renda: a possibilidade de pagar menos Imposto de Renda.</p>
<p>Você gostaria de trocar uma alíquota de 27,5% por uma de 10% sobre parte de sua renda tributável? Você gostaria de adiar o pagamento de parte do seu IR devido, investir esse dinheiro e ficar com o rendimento proporcionado por esses recursos?</p>
<p>Pois bem, os produtos de previdência (&#8230;)</p>
<p><a href="http://batutaebiruta.wordpress.com/2010/09/13/folha-de-sao-paulo-%E2%80%93-coluna-financas-pessoais-%E2%80%9Cprevidencia-complementar-nao-e-so-para-quem-quer-se-aposentar%E2%80%9D-por-marcia-dessen/">Clique aqui para ler o texto completo ou visitar o site indicado.</a></p>
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		<title>Como escolher o Plano de Previdência certo… PGBL x VGBL</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 22:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AmigoRico.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[2.7. Aposentadoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem algumas regras que podem lhe ajudar a ganhar muito, ou deixar de perder ao escolher o plano de previdência correto: 1. Faça uma análise do seu perfil de risco e PROCURE NÃO MUDAR DE PLANO EM MOMENTOS DE CRISE; 2. Faça uma análise do seu modelo tributário (&#8230;) Clique aqui para ler o texto completo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Existem algumas regras que podem lhe ajudar a ganhar muito, ou deixar de perder ao escolher o plano de previdência correto:</p>
<p>1. Faça uma análise do seu perfil de risco e PROCURE NÃO MUDAR DE PLANO EM MOMENTOS DE CRISE;</p>
<p><span>2. Faça uma análise do seu modelo tributário (&#8230;)</span></p>
<p><a href="http://www.oguardiaodoseudinheiro.com.br/2010/10/14/como-escolher-o-plano-de-previdencia-certo-pgbl-x-vgbl/">Clique aqui para ler o texto completo ou visitar o site indicado.</a></p>
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		<title>O código da aposentadoria</title>
		<link>http://www.amigorico.org/blog/2010/09/27/o-codigo-da-aposentadoriainvestimento-futuro-noticias-mulheres-em-acao-bmfbovespa/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 00:09:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AmigoRico.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[2.7. Aposentadoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo mundo concorda que, para ter uma renda e alguma tranquilidade na aposentadoria, é preciso poupar e investir, certo? Pois vamos partir daí. A gente pode construir esse patrimônio com diversos tipos de investimento. A previdência privada é, sem dúvida o mais popular. Praticamente todos os bancos oferecem e fazem propaganda do produto. Os depósitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Todo mundo concorda que, para ter uma renda e alguma tranquilidade na aposentadoria, é preciso poupar e investir, certo? Pois vamos partir daí. A gente pode construir esse patrimônio com diversos tipos de investimento.</p>
<p>A previdência privada é, sem dúvida o mais popular. Praticamente todos os bancos oferecem e fazem propaganda do produto. Os depósitos podem ser programados e realizados com débito automático em conta. Ainda assim, muita gente se confunde diante das opções. As siglas parecem enigmáticas!</p>
<p>Mas, acredite, a escolha do plano é mais fácil do que você pensa. Siga o roteiro abaixo e confira. São só quatro passos!</p>
<p>Desvende as siglas e os enigmas da previdência privada.</p>
<p><a href="http://www.bmfbovespa.com.br/mulheres/noticias/If100908NotA.asp">Clique aqui para ler o texto completo ou visitar o site indicado.</a></p>
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		<title>&#8216;Aos 40 anos, posso parar de trabalhar, mas não quero&#8217;</title>
		<link>http://www.amigorico.org/blog/2010/09/27/aos-40-anos-posso-parar-de-trabalhar-mas-nao-quero/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 00:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AmigoRico.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[2.7. Aposentadoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Audio disponível no site da CBN Clique aqui para ler o texto completo ou visitar o site indicado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Audio disponível no site da CBN</p>
<p><a href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/mauro-halfeld/2010/09/24/AOS-40-ANOS-POSSO-PARAR-DE-TRABALHAR-MAS-NAO-QUERO.htm">Clique aqui para ler o texto completo ou visitar o site indicado.</a></p>
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		<item>
		<title>&#8216;Aos 38 anos decidi viver de investimentos com R$ 1 milhão. Como agir?&#8217;</title>
		<link>http://www.amigorico.org/blog/2010/09/19/aos-38-anos-decidi-viver-de-investimentos-com-r-1-milhao-como-agir/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Sep 2010 23:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AmigoRico.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[2.1. Conceitos Iniciais sobre Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[2.7. Aposentadoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Audio disponível no site da CBN Clique aqui para ler o texto completo ou visitar o site indicado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Audio disponível no site da CBN</p>
<p><a href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/mauro-halfeld/2010/09/17/AOS-38-ANOS-DECIDI-VIVER-DE-INVESTIMENTOS-COM-R-1-MILHAO-COMO-AGIR.htm">Clique aqui para ler o texto completo ou visitar o site indicado.</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cálculos para a aposentadoria (Consultório Financeiro)</title>
		<link>http://www.amigorico.org/blog/2010/09/19/calculos-para-a-aposentadoria-consultorio-financeiro/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Sep 2010 23:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AmigoRico.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[2.7. Aposentadoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Pergunta: Minha poupança está distribuída da seguinte forma: - R$ 200 mil em um plano de previdência PGBL - R$ 200 mil em fundo de Vale/FGTS - R$ 150 mil em fundo de ações da Vale - R$ 50 mil em fundos de ações da Petrobras Tenho 59 anos e pretendo parar de trabalhar aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><em><strong>Pergunta: </strong>Minha poupança está distribuída da seguinte forma:</em></p>
<p><em>- R$ 200 mil em um plano de previdência PGBL</em></p>
<p><em>- R$ 200 mil em fundo de Vale/FGTS</em></p>
<p><em>- R$ 150 mil em fundo de ações da Vale</em></p>
<p><em>- R$ 50 mil em fundos de ações da Petrobras</em></p>
<p><em>Tenho 59 anos e pretendo parar de trabalhar aos 65 anos. Já recebo uma aposentadoria, hoje em torno de R$ 2.600,00 mensais. Mas, como continuo trabalhando, tenho renda em torno de R$ 10 mil mensais. Meus gastos estão em torno de R$ 5 mil mensais. Tenho capacidade de poupar R$ 3 mil por mês. Pretendo parar de trabalhar aos 65 anos com uma renda mensal em torno de R$ 5 mil mais a aposentadoria. Com retiradas mensais de R$ 5 mil das aplicações a partir de 65 anos, como realizar o cálculo para garantir esses saques ao longo da minha velhice, que pode se estender até os 80 ou 90 anos, e ainda garantir alguma sobra de capital para viagens e imprevistos como doenças. </em></p>
<p><em>Penso também em optar pelo resgate da previdência privada e aplicar em um fundo de renda fixa, para diversificar aplicações de risco, e manter os demais fundos de ações, que julgo com boa rentabilidade no longo prazo.</em></p>
<p><strong>Resposta de Angela Nunes Assumpção, CFP:</strong> Quando realizamos o nosso planejamento financeiro, imaginamos o quão independente, tranquila e dignamente gostaríamos de viver a nossa &#8220;maturidade&#8221;. Precisamos, inexoravelmente, projetar com qual montante de reservas chegaremos a esse momento e se essas reservas nos proporcionarão o nível de renda desejado ao longo da esperada longevidade.</p>
<p>É uma questão &#8220;matemática&#8221;, um fluxo de caixa. Será o montante de reservas acumulado ao longo da vida ativa que nos proporcionará &#8211; ou não &#8211; uma determinada renda futura por um determinado período de tempo.</p>
<p>Para não corrermos o risco de não ter recursos suficientes no fim de nossas vidas e passarmos a depender de outras pessoas, façamos como dizia a minha avó: &#8220;sejamos prudentes&#8221;.</p>
<p>Vamos imaginar que, como citou o nosso leitor, viveremos no mínimo 90 anos, melhor ainda, 100 anos. Uma vez definido o horizonte de tempo que as reservas terão de durar para cobrir as nossas necessidades futuras, vamos avaliar as nossas reservas atuais e qual a nossa capacidade de aumentá-las e/ou constituí-las ao longo da nossa vida &#8220;ativa&#8221; profissional.</p>
<p>Para toda essa análise um fator é determinante: o nível da taxa de retorno real líquido (descontados a inflação e o Imposto de Renda) utilizado nos cálculos.<span id="more-1293"></span></p>
<p>Quanto mais altas as taxas de retorno, mais favoráveis ficarão nossas projeções; quanto mais baixas, mais conservadora e &#8220;defensiva&#8221; será a nossa análise.</p>
<p>Como estamos trabalhando com projeções de longo prazo, o ideal é que se utilize taxas de retorno reais líquidas bastante conservadoras, especialmente se considerarmos que as expectativas para as taxas de juros brasileiras são de queda.</p>
<p>Portanto, muita atenção: a equação entre o desejado e o possível poderá não fechar. E se esse for o nosso caso, quanto mais tarde descobrirmos quais são as nossas reais possibilidades, mais difícil será buscarmos alternativas para ajustar o nosso planejamento financeiro.</p>
<p>Respondendo ao nosso leitor. Pelos cálculos feitos com base nas informações apresentadas, considerando-se a longevidade de 90 anos e o atual nível de taxa de juros real líquida, a situação é relativamente confortável para a renda futura desejada de R$ 5 mil por mês.</p>
<p>Porém, usando-se um cenário mais conservador &#8211; aumentando-se a longevidade e/ou reduzindo-se a taxa de retorno líquida (em torno de 3% ao ano) -, o montante de reservas possivelmente será insuficiente para se atingir a renda futura desejada.</p>
<p>Em relação à mudança de posição da previdência privada para um fundo de renda fixa, algumas ponderações:</p>
<p>- Qual o perfil da carteira &#8211; está diversificada entre renda fixa e renda variável ou é só renda fixa?</p>
<p>- Qual o custo &#8211; taxa de administração?</p>
<p>- Qual a modalidade de renda?</p>
<p>- Qual o situação tributária &#8211; regime e alíquota?</p>
<p>É preciso analisar todos esses dados antes de decidir pela migração do PGBL para a renda fixa.</p>
<p>Angela Nunes Assumpção é Planejadora Financeira Pessoal e possui a Certificação CFP (Certified Financial Planner) concedida pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF). E-mail: angela@moneyplan.com.br</p>
<p>As respostas refletem as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico ou do IBCPF. O jornal e o IBCPF não se responsabilizam pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso destas informações.</p>
<p>Perguntas devem ser encaminhadas para : <a href="mailto:consultoriofinanceiro@ibcpf.org.br?cc=info@amigorico.org&amp;subject=Consulta Financeira - Indicado por AmigoRico.org">consultoriofinanceiro@ibcpf.org.br</a>.</p>
<p>Texto extraído de <a href="http://www.ibcpf.org.br/comum/Download.aspx">http://www.ibcpf.org.br/comum/Download.aspx</a>.</p>
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		<title>Por que vale a pena contribuir com a Previdência Social?</title>
		<link>http://www.amigorico.org/blog/2010/08/30/por-que-vale-a-pena-contribuir-com-a-previdencia-social-aposentadoria/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 22:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AmigoRico.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[2.7. Aposentadoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixar de pagar o INSS embute a perda de diversos benefícios que não serão concedidos por planos privados de previdência; sabia como funciona cada um deles (&#8230;) Clique aqui para ler o texto completo ou visitar o site indicado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Deixar de pagar o INSS embute a perda de diversos benefícios que não serão concedidos por planos privados de previdência; sabia como funciona cada um deles (&#8230;)</p>
<p><a href="http://portalexame.abril.com.br/financas/aposentadoria/guias/vale-pena-contribuir-previdencia-social-589223.html">Clique aqui para ler o texto completo ou visitar o site indicado.</a></p>
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		</item>
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		<title>Um pouco sobre Previdência Privada</title>
		<link>http://www.amigorico.org/blog/2010/08/02/um-pouco-sobre-previdencia-privada/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 19:42:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AmigoRico.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[2.7. Aposentadoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Em parceria com a Porto Seguro, publicamos o texto abaixo sobre Previdência Privada. Caso a sua empresa queira oferecer um texto informativo aos leitores do AmigoRico, basta nos enviar e publicamos gratuitamente. Os planos de previdência privada são ferramentas de planejamento, permitem que você garanta o seu futuro aos poucos, sem depender de grandes aplicações. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Em parceria com a Porto Seguro, publicamos o texto abaixo sobre Previdência Privada. Caso a sua empresa queira oferecer um texto informativo aos leitores do AmigoRico, basta nos enviar e publicamos gratuitamente.</p>
<p>Os planos de previdência privada são ferramentas de planejamento, permitem que você garanta o seu futuro aos poucos, sem depender de grandes aplicações. Nos planos de previdência atuais, é possível que você defina o quanto e quando quer receber a renda. E aí então, deposita um valor todo mês, até o momento de começar a receber os seus benefícios. Para entender melhor, segue abaixo alguns pontos que são de grande relevância para quem quer adquirir um plano de “PP”.</p>
<p>Na hora de escolher uma PP, terá que decidir entre o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), a maior diferença entre ambos está relacionado ao Imposto de Renda (I.R).</p>
<p>Se você faz a Declaração de Imposto de Renda no Formulário Completo e precisa de deduções, o mais indicado é o PGBL (o beneficio é concebido na entrada), que possibilita a dedução dos valores investidos em seu Plano de Previdência até o limite de 12% da sua Renda Bruta Anual, ou seja, se o valor a pagar fosse de R$200.000, com a dedução seriam de R$176.000, ao realizar o resgate, o valor de imposto cobrado incidirá sobre o valor total do resgate.</p>
<p>Se você é isento ou usa o formulário simples fica mais fácil escolher o VGBL, pois nesse tipo de plano ao resgatar o beneficio o imposto de renda será descontado somente sobre o rendimento (beneficio na saída).<span id="more-1118"></span></p>
<p>Após decidir qual é o melhor plano de previdência privada e contratá-lo, você receberá a apólice que é o documento emitido pela sociedade seguradora formalizando a aceitação da cobertura solicitada pelo proponente (você), nos planos individuais. Logo assim você passa a ser o assistido (quem receberá o beneficio) e pode indicar um beneficiário, pessoa física (ou pessoas físicas) indicada (s) livremente para receber os valores de benefício ou resgate, na hipótese de seu falecimento, de acordo com a estrutura do plano, caso não haja indicação de um beneficiário, o valor será destinado ao herdeiro legal.</p>
<p>Desde que o plano entra em vigência, até o momento em que você passa a recebê-lo, existem alguns “períodos” que são:</p>
<p>PERÍODO DE CARÊNCIA – período em que não serão aceitas solicitações de resgate ou de portabilidade por parte do participante e durante o qual ele faz o pagamento mensal. Para os Benefícios de Risco, em caso de morte ou invalidez acidental não há carência para o pagamento do benefício;</p>
<p>PERÍODO DE COBERTURA – prazo compreendido pelos períodos de deferimento e de pagamento de benefício sob a forma de renda;</p>
<p>PERÍODO DE DIFERIMENTO – período entre a data de início de vigência da cobertura por sobrevivência e a data contratada para início de pagamento do benefício; durante esse período é possível alterar os beneficiários.</p>
<p>Quando chegar a data contratada para início de pagamento do beneficio ele será pago por uma renda mensal vitalícia. Porém, até o trigésimo dia útil anterior ao da data prevista para concessão e a seu único e exclusivo critério, você poderá solicitar à Seguradora, a alteração da forma de pagamento, por qualquer uma das modalidades que seguem:</p>
<p>Renda Mensal Temporária: consiste na renda paga temporária e exclusivamente a você. O benefício cessa com o seu falecimento ou com o fim da temporariedade contratada, o que ocorrer primeiro, sem que seja devida qualquer devolução, benefício ou compensação de qualquer natureza.</p>
<p>Renda Mensal Vitalícia com Prazo Mínimo Garantido: renda paga vitaliciamente a você a partir da data escolhida para concessão do benefício, sendo garantida aos beneficiários conforme segue:</p>
<p>Você indica o prazo mínimo de garantia (contado a partir do início de recebimento do benefício). Se durante este período ocorrer seu falecimento, o benefício será pago aos beneficiários de acordo com os percentuais indicados, até completar o prazo mínimo de garantia (5, 10, 15 ou 20 anos). </p>
<p>Renda Mensal Vitalícia Reversível ao Beneficiário Indicado: consiste em uma renda paga por toda vida a você a partir da data escolhida para concessão do benefício. Ocorrendo seu falecimento, durante o recebimento da renda, 50, 60 ou 70% de seu valor será revertido vitaliciamente ao beneficiário indicado.</p>
<p>Renda Mensal Vitalícia Reversível ao Cônjuge com Continuidade aos Menores: consiste em uma renda paga vitaliciamente a você reversível ao cônjuge ou companheira (o) após o seu falecimento, e na falta deste, reversível temporariamente ao(s) menor (es) até que completem 24 anos, de acordo com o percentual de reversão estabelecido.</p>
<p>Atualmente o valor mínimo para a contribuição de um plano de PP é de R$ 50,00, já o aporte tem como mínimo um pagamento de R$ 200,00. O Aporte serve para aumentar o benefício estimado, ou ainda, quando possível diminuir o prazo de contribuição sem diminuir o benefício estimado. Durante o pagamento do plano, este sofre correção anual de acordo com o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) mesma correção aplicada à renda, assim você não perderá seu poder de compra.</p>
<p>Quanto ao resgate do plano, você poderá solicitar resgates parciais com intervalo mínimo de 6 meses, e até mesmo total, desde que cumprida a carência do plano. Vale lembrar que, ao fazer um resgate, há incidência do Imposto de Renda, de acordo com o plano contratado. Para gerenciar o seu plano de previdência privada a seguradora cobrará “carregamento”, o critério e a forma de cobrança constarão na proposta de contratação e não sofrerá aumento, ficando sua redução a critério da seguradora, geralmente são semelhantes à tabela abaixo:</p>
<p>Artigo exclusivo oferecido ao site AmigoRico.org por <a href="http://www.portoseguro.com.br/porto-seguro/produtos/previdencia.html" target="_self">Porto Seguro</a>.</p>
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		<title>Consultório Financeiro: Diversificar é bom, mas investidor deve avaliar tolerância ao risco</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 21:59:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AmigoRico.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[2.1. Conceitos Iniciais sobre Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[2.3. Títulos]]></category>
		<category><![CDATA[2.4. Fundos de Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[2.7. Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[cfp]]></category>
		<category><![CDATA[clínica financeira]]></category>
		<category><![CDATA[consultório financeiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Tenho uma renda mensal de R$ 9 mil e só invisto em poupança. Todo mês, aplico cerca de R$ 3.500 em renda fixa. Entretanto, gostaria de dividir esse investimento em outras carteiras e ainda quero começar este mês a investir em previdência privada. Estou com 35 anos e gostaria de saber quanto poderia destinar à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><em>Tenho uma renda mensal de R$ 9 mil e só invisto em poupança. Todo mês, aplico cerca de R$ 3.500 em renda fixa. Entretanto, gostaria de dividir esse investimento em outras carteiras e ainda quero começar este mês a investir em previdência privada. Estou com 35 anos e gostaria de saber quanto poderia destinar à previdência e o que você aconselha na hora de investir meus ganhos, de acordo com o que eu descrevi acima? R.N. </em></p>
<p>Angela Nunes Assumpção,CFP: Em primeiro lugar, parabéns pela disciplina em direcionar mensalmente parte dos seus rendimentos para a constituição do seu patrimônio. Quanto maior for a sua disciplina, mais satisfatoriamente você atingirá os seus objetivos financeiros ao longo da vida e, quando a &#8220;idade madura&#8221; chegar com a aposentadoria, maior será a sua tranquilidade para desfrutá-la.</p>
<p>Em relação à sua questão, a ideia de diversificar os investimentos é muito boa. No entanto, antes de realizá-la, é necessário analisar o horizonte de tempo previsto para a utilização dos recursos investidos e a sua tolerância a risco. Uma regra básica: maiores riscos só devem ser assumidos para horizontes de investimento mais longos. Portanto, estabeleça quanto das suas reservas poderá ser utilizado no curto, médio e longo prazo. Isso vai ajudá-lo a definir o quanto de risco você poderá agregar a sua carteira.</p>
<p>Primeiro, considere, <span id="more-1011"></span>sempre, que uma parte dos seus recursos deve ser destinada para reserva de curtíssimo prazo, para os imprevistos. O ideal é que você tenha as despesas mensais dos próximos doze meses reservadas.</p>
<p>Em seguida, analise qual o montante necessário no curto e médio prazo, para fazer frente aos compromissos financeiros já definidos e/ou assumidos. Por exemplo: aquisição da casa própria, MBA no exterior ou compra de um carro.</p>
<p>Se você já assumiu compromissos, não deve alocar esses recursos em ativos de risco, pois poderá ter que se desfazer do investimento num momento de mercado não favorável. Para essas reservas já comprometidas, são recomendados investimentos conservadores: poupança, CDB indexado ao CDI, fundos DI e fundos de renda fixa de menor risco.</p>
<p>O restante dos recursos poderá ser direcionado para a formação das reservas de longo prazo. Por ter 35 anos, você dispõe de um bom tempo para constituir essas reservas, no mínimo 25 anos, para se aposentar aos 60 anos. Para esses recursos de longo prazo, a busca de maior retorno por meio da diversificação em ativos de maior risco (fundos multimercados e ações) é bastante indicada.</p>
<p>Reservar uma parte para a previdência privada também é uma boa opção. Analise com cuidado os custos desses produtos. No caso de fundos, além do objetivo, da política de investimento e dos riscos, verifique, também, o nível das taxas de administração e, se for o caso, das taxas de performance. Em relação à previdência, o primeiro passo é definir o que é mais adequado para você, PGBL ou VGBL. Além disso, verifique as taxas de carregamento (cobrada sobre os aportes) e administração (cobrada pela administração dos recursos depositados). Algumas instituições têm regras para a não cobrança da taxa de carregamento.</p>
<p>Mas, antes de alocar os recursos em aplicações mais arriscadas, busque conhecer melhor a sua própria tolerância a risco. As instituições onde você faz as suas aplicações podem ajudá-lo. Todas as instituições que oferecem fundos de investimento com maior nível de risco solicitam ao investidor que responda a um questionário para que o perfil de risco aceito pelo cliente seja definido. É o chamado API &#8211; Análise do Perfil do Investidor (verifique nos sites).</p>
<p>Responda o API com atenção e sinceridade, considerando que assumir riscos depende de: ter horizonte de investimento adequado, conhecer os riscos que correremos e se, para nós, é &#8220;confortável&#8221; corrê-los. Esse nível de conforto é absolutamente pessoal e intransferível, cada investidor tem o seu.</p>
<p>Angela Nunes Assumpção é Planejadora Financeira Pessoal e possui a Certificação CFP (Certified Financial Planner) concedida pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF). E-mail: angela@moneyplan.com.br</p>
<p>As respostas refletem as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico ou do IBCPF. O jornal e o IBCPF não se responsabilizam pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso destas informações.</p>
<p>Perguntas devem ser encaminhadas para : <a href="mailto:consultoriofinanceiro@ibcpf.org.br?cc=info@amigorico.org&amp;subject=Consulta Financeira - Indicado por AmigoRico.org">consultoriofinanceiro@ibcpf.org.br</a>.</p>
<p>Texto extraído de <a href="http://www.ibcpf.org.br/comum/Download.aspx">http://www.ibcpf.org.br/comum/Download.aspx</a>.</p>
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		<title>Consultório Financeiro: As diferenças entre os planos de previdência PGBL e VGBL</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 15:03:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AmigoRico.org</dc:creator>
				<category><![CDATA[2.7. Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[clínica financeira]]></category>
		<category><![CDATA[consultório financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[ibcpf]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou pensando em aderir a um fundo de previdência privada e gostaria de saber qual é a diferença entre um PGBL  e um VGBL. F.S Ricardo Morais, CFP: Prezado, os dois tipos de fundos são instrumentos de previdência complementar e podem ser usados para planejar a sua aposentadoria. A principal diferença está na forma de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><em>Estou pensando em aderir a um fundo de previdência privada e gostaria de saber qual é a diferença entre um PGBL  e um VGBL. F.S</em></p>
<p>Ricardo Morais, CFP: Prezado, os dois tipos de fundos são instrumentos de previdência complementar e podem ser usados para planejar a sua aposentadoria. A principal diferença está na forma de tributação de cada um.</p>
<p>O Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) possui a vantagem de permitir ao investidor deduzir as contribuições feitas ao plano da base de cálculo do imposto de renda. Essas deduções só podem ser feitas pelas pessoas que efetuam a declaração completa do IR e que, simultaneamente, contribuem para a previdência oficial. Este fundo é mais interessante para assalariados que têm o imposto retido na fonte pela entidade pagadora. As contribuições podem ser diferidas até o limite de 12% da renda bruta tributável anual do participante.</p>
<p>Contudo, essa vantagem de dedução do PGBL não é relevante para aqueles contribuintes que não têm rendimentos tributáveis, como por exemplo, empresários cujos rendimentos advêm de distribuição do lucro das suas empresas. Para atender a esse público foi criado o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).</p>
<p>O VGBL está enquadrado no ramo de seguro de vida com cobertura por sobrevivência, onde se forma uma reserva que será paga ao próprio segurado no futuro. Seu funcionamento é similar ao do PGBL e a principal diferença é que as contribuições não são dedutíveis da base de cálculo do imposto de renda.</p>
<p>Em ambos, PGBL e VGBL, o rendimento da reserva é diário e funciona de forma semelhante a um fundo de investimento. No momento da contratação, escolhe-se o tipo de carteira de investimentos, como por exemplo: Referenciado DI (atrelados ao juro diário do CDI); Renda Fixa (ativos do mercado de renda fixa em geral) ou Compostos (composição feita com renda fixa e ações).</p>
<p>Apesar das semelhanças <span id="more-888"></span>entre os produtos existentes no mercado, alguns pontos-chave devem ser sempre observados antes da contratação, como por exemplo, a taxa de administração, o histórico de rentabilidade do gestor e a solidez da instituição, afinal este é um investimento para muitos anos.</p>
<p>Outro ponto a ser considerado é a idade de entrada no plano e a idade em que se deseja começar a usufruir da renda. Quanto menor o tempo de contribuição, maior o valor que deve ser depositado no plano para a mesma renda desejada. Portanto é importante começar cedo. Mas, se você já passou dos 50, não desanime. Lembre-se da máxima: &#8220;é melhor algum do que nenhum&#8221;.</p>
<p>Estabeleça metas factíveis para a renda e a idade de aposentadoria que você deseja, como por exemplo, 80% da renda atual aos 65 anos. Faça os cálculos de forma conservadora, escolha um plano adequado ao seu perfil de investidor e ao tempo que contribuição &#8211; jovens podem aplicar em fundos mais agressivos &#8211; e inicie um plano de disciplina financeira mensal até a data da tão sonhada aposentadoria. Mesmo que você sinta um pouco de &#8220;dor&#8221; no caminho, ao chegar lá, verificará que valeu a pena.</p>
<p>Agora que você já sabe quais são as diferenças entre um PGBL e um VGBL e o que deve considerar para contratar um plano, resta saber qual é o mais adequado para a sua situação. Se você não tiver direito a deduzir suas contribuições ao plano no imposto de renda, aplique em um VGBL. Caso contrário, a melhor opção é o PGBL. E se você puder guardar mais de 12% da sua renda bruta tributável, faça um PGBL até o limite dos 12% e o restante aplique em um VGBL. Assim você otimiza sua carga tributária e ainda garante uma aposentadoria mais tranquila.</p>
<p>Ricardo Morais é Planejador Financeiro Pessoal e possui a Certificação CFP (Certified Financial Planner) concedida pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF). E-mail: ricardo@microeng.com.br</p>
<p>As respostas refletem as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico ou do IBCPF. O jornal e o IBCPF não se responsabilizam pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso destas informações.</p>
<p>Perguntas devem ser encaminhadas para : <a href="mailto:consultoriofinanceiro@ibcpf.org.br?cc=info@amigorico.org&amp;subject=Consulta Financeira - Indicado por AmigoRico.org">consultoriofinanceiro@ibcpf.org.br</a>.</p>
<p>Texto extraído de <a href="http://www.ibcpf.org.br/comum/Download.aspx">http://www.ibcpf.org.br/comum/Download.aspx</a></p>
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