Vídeo: Dan Ariely fala sobre crise, irracionalidade e o que faz perder dinheiro
04/07/2010 por AmigoRico.orgNem sempre as pessoas agem com tanta consciência quanto imaginam. A irracionalidade tem mais influência nas decisões do que elas pensam. É por isso que é preciso parar e provar empiricamente se o caminho que se irá tomar será o certo, ainda mais depois de se passar por um período de turbulência mundial. Para falar sobre tudo isso, nada menos do que o especialista em economia comportamental, Dan Ariely. Assista!
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Psicologia econômica: curso introdutório
04/07/2010 por AmigoRico.orgPublicamos abaixo, e-mail de divulgação enviado pela Prof. Vera Rita.
“olá – gostaria de informar q o curso INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA ECONÔMICA será oferecido, em versão compacta, nos dias 28-29-30 de julho [5a.f., 6a.f. e sábado], no horário de 08.30-18hs, na FIPECAFI – veja todas as informações aqui: http://www.fipecafi.org/extensao/extensao-introducao-psicologia-economica.aspx
- ministro este curso desde 2005, com outras denominações, e ele já foi oferecido a 15 turmas – a partir de 2009, na FIPECAFI, q é uma fundação ligada à FEA-USP, dedicada a pesquisas nas áreas contábeis, atuariais e financeiras;
- a Psicologia Econômica é um campo de conhecimento antigo [1881], conta com dois Prêmios Nobel de Economia dados a seus pesquisadores [Herbert Simon, 1978, e Daniel Kahneman, 2002], e depois da crise econômica de 2008, ganhou grande visibilidade em todo o mundo;
- seu objeto de estudo, compartilhado com a Economia Comportamental, disciplina mais jovem e igualmente interdisciplinar, é o comportamento econômico de indivíduos, grupos, gestores, populações e governos [p.ex., poupança, crédito e endividamento, investimentos, planos de pensão, inflação, desemprego, meio-ambiente, políticas públicas e outros], sempre com o foco sobre a tomada de decisão e as limitações psicológicas q a cercam [cognitivas e, em especial, emocionais];
- com o objetivo de ampliar essa investigação, incluo também minha contribuição pessoal, agregando uma perspectiva psicanalítica do funcionamento mental a esse estudo, com ênfase sobre o papel do componente emocional em fenômenos econômicos, intersecção em q venho atuando desde 1994;
- o curso é de extensão e aberto a participantes com diferentes formações, como psicólogos, psicanalistas, economistas, contabilistas, administradores, advogados, especialistas em finanças e microfinanças, proteção ao consumidor, meio-ambiente, políticas públicas e outros;
- nesta sua terceira edição na FIPECAFI, é oferecido em versão intensiva a fim de permitir que um maior número de interessados, inclusive moradores de outras cidades, possa travar conhecimento com esta inovadora área de pesquisa;
- além do material das aulas, será oferecido o meu livro DECISÕES ECONÔMICAS – VOCÊ JÁ PAROU PARA PENSAR? a todos os participantes – veja mais informações sobre ele aqui – http://www.verarita.psc.br/portugues.php?id=livro_video
- na minha homepage também podem ser encontradas outras informações sobre a área, como minha tese de doutorado, sobre Psicologia Econômica, disponível para download – http://www.verarita.psc.br/portugues.php?id=psico – e artigos breves publicados na mídia, em especial no VALOR ECONÔMICO – http://www.verarita.psc.br/portugues.php?id=artigosnamidia
- a FIPECAFI fica na rua maestro cardim – 1170, próximo ao shopping paulista [é o mesmo prédio onde funcionava o IBMEC, anteriormente] e as inscrições podem ser feitas eletronicamente – o telefone para contato – 11-2184-2020;
- qualquer dúvida, entre em contato comigo – no site www.verarita.psc.br
- saudações – vera rita de mello ferreira”
Você questiona a real necessidade do que compra?
29/06/2010 por AmigoRico.orgAs pessoas são normalmente estimuladas a consumir por necessidade ou por desejo.
É importante que você tenha conhecimento da medida de suas necessidades, para poder atendê-las de maneira equilibrada.
Saiba distinguir: comer é uma necessidade que precisa ser atendida; comer em restaurante é um desejo que deve ser analisado à luz da relação custo/benefício. Da mesma forma o vestir-se: diferentes marcas de roupas prestam-se à mesma finalidade, mas com significativas diferenças de preço.
O propósito do marketing é (…)
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Pare de tentar impressionar os outros e economize
24/06/2010 por AmigoRico.orgMuitas pessoas compram roupas não porque precisam substituir as que já têm, mas apenas para impressionar os outros. Muitas pessoas compram o último modelo de automóvel não porque necessitam substituir o atual, mas para impressionar os outros. Muitas pessoas compram – ou alugam – casas e apartamentos maiores não porque precisam de espaços maiores, mas tão somente para impressionar os outros.
Em todos esses casos, geralmente as pessoas se preocupam em impressionar pessoas que mal conhecem. Ou, pior, que simplesmente não conhecem. Com isso, perdem não só dinheiro, que poderia ser gasto em coisas mais úteis, como também tempo, que poderia ser gasto em atividades mais gratificantes. Isso sem falar em energia, que poderia ser aproveitada para fins mais nobres.
Então aqui está uma dica que poderá fazer você economizar muito dinheiro. Essa dica se resume a seis palavras, que, interligadas, formam a seguinte frase: pare de tentar impressionar os outros. Quando você compra apenas para chamar a atenção de pessoas desconhecidas, para impressionar seus colegas de trabalho ou para chamar a atenção de seus vizinhos de condomínio, você está comprando por motivações erradas.
Não há nada de errado com a compra em si. (…)
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Consumismo.
19/05/2010 por AmigoRico.orgDiariamente você é atacado por propagandas atraentes que fazem seus olhos brilharem. Basta andar pelos corredores de shoppings. Entre aromas e promoções, os brasileiros acabam gastando em média 18% a mais nas compras, avalia a Fundação Instituto de Administração (FIA/USP). É o que os marqueteiros chamam de compra por impulso. Já sentiu isso? Não? Então, cuidado com a indústria do supérfluo.
Controle-se! Elimine o que é puro consumismo, avalie preços (…)
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Não tenha medo de dizer não a seus filhos
12/03/2010 por AmigoRico.orgAudio disponível no site da CBN
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Controle seu descontrole doméstico
10/03/2010 por AmigoRico.orgEu, assim como tantos outros planejadores financeiros, sempre recomendamos que famílias com sérios problemas de controle de suas finanças domésticas deveriam durante alguns meses anotar cada despesa ou pagamento que fizerem, não esquecendo aquelas efetuadas pelos bancos automaticamente.
A gente sabe que é um trabalho imenso, quase impossível, ainda mais quando cada um dos diversos membros da família tem seus gastos peculiares. Recomendo esta providência também para os filhos, que geralmente não dão a mínima para os problemas financeiros dos pais. Talvez uma ameaça velada em diminuir ou interromper a semanada (…)
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Gerente de banco: mocinho ou vilão?
08/03/2010 por AmigoRico.orgPoucos dias atrás, conversando informalmente com uma amiga, de vida até certo ponto estruturada, renda alta e com certo planejamento financeiro, decidi questioná-la sobre sua maneira de lidar com investimentos. A resposta foi rápida e com ar de muita confiança: “Não me envolvo com os investimentos. Minha gerente do banco resolve tudo para mim”. Que? Como assim?
Na hora, preferi não dar sequência na conversa, mas imediatamente surgiu em minha mente a seguinte questão: Será o gerente do banco capaz de resolver todos os problemas de quem abre mão de acompanhar de perto a gestão de sua vida financeira? (…)
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Confissões da anta. Sobre títulos de capitalização.
08/03/2010 por AmigoRico.orgSou uma anta financeira. Digo isso por falta de sinônimo adequado, sem detrimento para as antas: sei que nenhuma faria um título de capitalização, e eu fiz. Vários. Para piorar, sou uma anta lerda, que demora a perceber as besteiras que comete. No ano passado, tentando pela enésima vez por as finanças em dia, parei para estudar o extrato do banco. Espalhei a papelada na mesa, me armei de paciência, régua e marcadores coloridos, e descobri que, todo mês, o banco me descontava duas quantias fixas. Uma era a previdência privada; perfeito. Sempre me ensinaram que o ser humano deve se preparar para o futuro, embora os recentes acontecimentos do Chile e do Haiti lancem dúvidas sobre a existência do futuro.
A segunda quantia ia para um Titulo de Capitalização. Assim, com este nome e em maiúsculas, é coisa que leva jeito de aplicação séria. Mas chama-se Bradesco Pé Quente e foi comprado a pedidos da gerente, uma moça muito simpática e gentil. Pergunto: pode ser boa coisa um troço chamado Bradesco Pé Quente que o banco insiste em vender?
Qualquer pessoa medianamente idiota preferiria apostar num bolão da megasena em Novo Hamburgo. Mas (…)
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