Entrevista com Robert Kiyosaki (Pai Rico) no UOL

09/10/2009 por AmigoRico.org

A jornalista Anne Dias do UOL entrevistou Robert Kiyosaki (Pai Rico, Pai Pobre): “Autor de best-seller financeiro diz que pobre só é pobre porque não arrisca”.

O escritor Robert Kiyosaki, autor do best-seller de educação financeira “Pai Rico, Pai Pobre” (editora Campus/Elsevier), é no mínimo polêmico. Kiyosaki vê a Bolsa de Valores com desconfiança, diz não ter perdido dinheiro com a crise financeira e que pobre só é pobre porque não arrisca.

“O investidor verdadeiro não perdeu dinheiro com essa crise toda”, disse ele com exclusividade para o UOL.

Para ele, a falta de educação financeira dificulta a vida das pessoas. “Este é o maior erro das pessoas: não estudar finanças, não entender de dinheiro”, afirma.

Para a reportagem completa, clique aqui.

Pai Rico Robert Kiyosaki no Twitter

08/10/2009 por AmigoRico.org

Acompanhe Robert Kiyosaki (Pai Rico, Pai Pobre) no Twitter. O endereço é http://twitter.com/theRealKiyosaki (em inglês).

Sobre o Twitter
Com mais de 3 milhões de usuários no mundo todo, o Twitter é um serviço gratuito de informação em tempo real na internet.  O interessado se cadastra no site de forma muito simples, bastando criar um login e uma senha, e lá escolhe quem deseja acompanhar (usa-se o termo follow no serviço). Ao consultar sua página, aparecem as últimas atualizações (posts ou updates) de seus eleitos, que são mensagens curtíssimas, geralmente com apenas uma frase (máximo de 140 caracteres), mostradas em ordem cronológica com as últimas novidades divulgadas.

O serviço de microblogging começou de forma tímida. Logo veículos de informação e instituições viram o potencial para agilizar a comunicação entre seus pares e público.

Autor de Pai Rico, Pai Pobre mostra o verdadeiro espírito de quem quer enriquecer

07/10/2009 por AmigoRico.org

Reportagem de André Benevides com Robert Kiyosaki – autor do livro Pai Rico, Pai Pobre – para a Livraria da Folha:

Se o seu ideal de riqueza é ter uma boa casa, um bom carro, dinheiro para gastar e uma aposentadoria tranquila, dificilmente atingirá este objetivo. “Se isso é tudo o que você quer, provavelmente você nunca será rico”, sentencia Robert Kiyosaki, guru das finanças pessoais e autor do clássico best-seller “Pai Rico Pai Pobre”.

Segundo ele, que veio ao Brasil para proferir duas palestras na feira de educação financeira Expo Money, atitude é 95% do que é preciso para enriquecer. (…)

Para ler o texto completo, clique aqui.

Desemprego: como contar para os filhos?

19/03/2009 por AmigoRico.org

Do blog da psicóloga Rosely Sayão: “esconder da criança que o pai ou a mãe estão sem trabalho e apostar que ela acreditará não beneficia ninguém (…)”.

Para ler o texto completo, clique aqui. E busque pelo texto “Crise e Crescimento de 19/02/2009.

Educação Financeira: boa para empregados e empresa

18/03/2009 por AmigoRico.org

Pesquisa do GV CEF (Centro de Estudos em Finanças) indica que funcionários em estresse financeiro faltam mais, pedem mais dias abonados e não participam do fundo de pensão da empresa.

Segundo o Prof. William Eid Jr., educação financeira ajuda. Segundo ele, só dez horas de aulas podem melhorar os hábitos de consumo e poupança dos trabalhadores.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 24/02/2009.

Crise Financeira Internacional: Bom Humor

17/03/2009 por AmigoRico.org

Da Revista da Folha, coluna “Barbara responde”. (um pouco de humor)

FORTUNA
“Graças ao bilhete ‘madrugador’ instituído pelo governador, vou economizar R$ 52,60/ano. Você poderia verificar com o Daniel Dantas qual a melhor aplicação para a referida quantia?” Roberto Azul-Marinho

Noel Rosa,
Achei mais prudente ligar para Warren Buffet, o segundo homem mais rico do mundo. Ele me disse que, com essa dinheirama toda, em breve o senhor poderá adquirir um milhão de ações de alguma montadora norte-americana. É só uma questão de esperar e escolher ao seu agrado.

Discurso Steve Jobs em Stanford em Vídeo com legendas em português

04/12/2008 por AmigoRico.org

Publico Vídeo com o discurso do Steve Jobs (fundador da Apple) para os formandos da Universidade de Stanford. Com legendas em português, vale assistir. Assista abaixo ou clique aqui.

Plano de Previdência Privada: tudo o que você precisa saber

03/12/2008 por AmigoRico.org

Publico hoje excelente texto do colega CFP Liao Yu Chie. Trata-se de um texto sobre planos de previdência privada. O texto ensina você a escolher o melhor plano de previdência privada: características, pgbl, vgbl e tributação são temas abordados. Aproveitem:

Previdência Privada, muito mais do que só Aposentadoria

Planos de previdência privada estão cada vez mais difundidos no mercado. Dados da Fenaprevi mostram que os recursos acumulados somaram R$130 milhões em maio de 2008, um crescimento de 24% em relação a maio de 2007. Por mais difícil que seja pronunciá-los, as famosas siglas trava-línguas PGBL e VGBL já fazem parte do dia-a-dia de uma boa parcela dos brasileiros.

Segundo o dicionário Houaiss, “previdente” é aquele indivíduo que se previne, que toma medidas antecipadas para evitar transtornos. Mas que transtorno futuro é esse? A provável incapacidade do benefício oficial (aposentadoria do INSS) atender a todos de forma contínua, crescente e igualitária sem mudanças profundas nas regras. Não serão detalhados neste artigo os fenômenos que afetam negativamente a previdência oficial, tais como o aumento da expectativa de vida, a diminuição da taxa de fecundidade e o crescimento do mercado de trabalho informal, mas todos precisam acompanhar com atenção e ser previdentes.

À primeira vista, previdência privada somente atende àqueles que dependerão de uma aposentadoria complementar ao benefício do INSS. Entretanto, basta um olhar mais profundo sobre as características do produto para se constatar que são excelentes para compor uma carteira de investimento e atendem a todos os públicos, do cidadão que recebe um salário mínimo ao seleto público classificado como “private”.

E que características são essas?

A legislação vigente, desenhada e aprovada baseando-se na regulamentação do mercado de fundos de investimento tradicionais, além de transparência das informações e flexibilidade das aplicações, ainda confere vantagens tributárias aos investidores de PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre).

Mas antes de detalhar todas as vantagens citadas, convém explicar os dois produtos, que ainda geram dúvidas. De maneira bastante simplificada, PGBL e VGBL são alternativas previdenciárias de investimento administradas por companhias seguradoras. Estes se assemelham aos fundos de investimentos tradicionais ao não garantir retorno mínimo, investir os recursos em fundos especialmente constituídos com regras específicas, não exigir aplicações periódicas, divulgar as cotas em jornais de grande circulação, entre outros.

O PGBL é ideal para quem:
[1] possui renda tributável (assalariado),
[2] é contribuinte da previdência oficial e, além disso,
[3] declara o imposto de renda no modelo completo. Continue lendo »

Invista certo, invista no que você tem controle

02/12/2008 por AmigoRico.org

O Áureo enviou a questão: “(…) recentemente estou preocupado com o assunto ‘Invista dinheiro naquilo que você tenha controle…’ como falou Eduardo Weber. Por acaso essa pergunta está relacionada com investimento em ações? Estou falando isso porque o último livro que eu li do Robert T. Kiyosaki e do Trump comentava sobre esse assunto.”

Áureo, obrigado pela questão. O kiyosaki fala em investir no que você tem controle para diferenciar investimentos que buscam ganho de capital dos que geram fluxo de caixa. Para entender melhor, vale a pena ler o texto: “Crise Financeira enquanto o (…)” e principalmente os comentários. O Kiyosaki gosta mais daqueles investimentos em que o ganho é via fluxo de caixa.

E isto está relacionado ao investimento em ações? Se você investe em ações e não é um especialista no assunto. Está sim relacionado.

Dê uma olhada também em nosso Grupo de Estudos sobre a Coleção Pai Rico. Em breve, teremos uma nova turma.

Planejamento Financeiro Familiar: importância

28/11/2008 por AmigoRico.org

Mais um texto de um colega CFP, que gentilmente autorizou a publicação. Trata-se do Eduardo Winston Silva, que aborda um tema essencial: a importância dos objetivos no planejamento financeiro familiar. Aproveitem:

A importância de um planejamento financeiro familiar

Caros leitores, nos últimos anos tenho prestado consultoria a algumas empresas orientando seus funcionários quanto à correta elaboração de um planejamento financeiro familiar. Por um lado, fico extremamente satisfeito ao constatar o aumento do interesse público pelo tema, algo que demonstra o amadurecimento da cultura de planejamento no país. Por outro, me chama a atenção o fato que muitas pessoas não possuem justamente a informação mais relevante para a elaboração de um planejamento financeiro eficaz: objetivos reais, claros e definidos.

Pode parecer estranho, mas muitas pessoas não sabem responder a primeira pergunta que qualquer planejador financeiro faz: “Quais são os seus objetivos a curto, médio e longo prazo?” Por isso, acabam cometendo um erro que é muito comum nos dias atuais. Traçar como objetivo a simples acumulação de riqueza. Algo que, convenhamos, é um tanto sem propósito.

Como consultor financeiro profissional, posso garantir que o dinheiro nada mais é do que uma simples ferramenta para que possamos atingir nossos objetivos. Na academia, aprendemos que o dinheiro possui apenas três funções reais. São elas:

Reserva de valor
: O dinheiro é algo que, idealmente, guarda valor ao longo dotempo. Dinheiro não é perecível e não necessita manutenção. Ativos reais, como casas, carros, lanchas, têm seu valor alterado ao longo do tempo por uma série de fatores. O dinheiro não. Entender esta função do dinheiro é muito importante, pois, via de regra, esta função do dinheiro fica comprometida pela inflação. Assim, quem busca manter o dinheiro como reserva de valor deve estar bem atento aos índices de inflação, pois comprometerão significativamente seu resultado ao longo do tempo.

Medida de valor: Esta característica do dinheiro nos permite mensurar o valor relativo dos bens. É por meio do dinheiro que conseguimos determinar, por exemplo, quantas sacas de laranja vale determinada casa, quanto barris de petróleo vale determinada empresa, quantas horas de trabalho vale um almoço. Esta propriedade é muito interessante e é algo que devemos ter em mente quando tomamos nossas decisões de consumo. Ora, se o meu dinheiro foi conseguido com horas de trabalho, se eu pago mais por um determinado bem, em última análise, estou diminuindo o valor do meu trabalho.

Meio de troca: Esta é a função mais óbvia do dinheiro. A era do escambo é algo que ficou para traz. Atualmente é pouco concebível que alguém chegue, por exemplo, com um punhado de sal em uma concessionária para comprar um carro. Naturalmente, o detentor desta quantidade de sal vende o seu produto, ou seja, troca por uma quantidade de dinheiro e pega este dinheiro e vai à concessionária comprar o carro que deseja.

Juntas, estas três funções nos levam a conclusões muito importantes. A primeira é que o dinheiro pode ser trocado por todos os outros bens ou serviços. Logo, seria o motivo pelo qual todos querem dinheiro. Ele nos dá o poder para decidirmos o que queremos consumir. Outra conclusão interessante e complementar é que podemos guardar certa quantidade de dinheiro por um período ao longo do tempo e, então, trocarmos por algo de que nos seja muito valioso em um momento futuro. Agora sim, é só planejarmos como chegaremos lá.

Como vimos, na prática, dinheiro só tem utilidade quando é gasto. Não podemos comer dinheiro, mas podemos trocá-lo por comida. Não podemos vestir dinheiro, mas com ele compramos roupas. Não podemos nos curar com dinheiro, mas com ele compramos medicamentos. Neste sentido, realmente o dinheiro nos dá algum poder.

Existem alguns objetivos reais que são um pouco mais difíceis de mensurar. É natural que queiramos dinheiro para uma emergência, uma necessidade imprevista. Queremos dinheiro para termos uma aposentadoria tranqüila, para deixarmos nossa família resguardada em relação às suas necessidades caso venhamos a faltar ou mesmo para trocar em algo que seja caro em um futuro indeterminado. Embora objetivos como estes se traduzam em manter alguma quantidade de liquidez, absolutamente não estamos falando em ter o dinheiro como objetivo.

Portanto, defina seus objetivos. Para cada um deles, há um produto financeiro e uma estratégia adequada disponível. Somente então um consultor financeiro profissional poderá ajudá-lo. Mas lembre-se, existem realmente coisas que o dinheiro não pode comprar.

Eduardo Winston Silva é gestor independente, ministra treinamentos sobre planejamento financeiro para empresas e possui a certificação Certified Financial Planner (CFP)