Agenda de Eventos Gratuitos sobre Finanças Pessoais

22/06/2010 por AmigoRico.org

A dor de cabeça dos títulos de capitalização

08/03/2010 por AmigoRico.org

Confissões da anta. Sobre títulos de capitalização.

08/03/2010 por AmigoRico.org

Sou uma anta financeira. Digo isso por falta de sinônimo adequado, sem detrimento para as antas: sei que nenhuma faria um título de capitalização, e eu fiz. Vários. Para piorar, sou uma anta lerda, que demora a perceber as besteiras que comete. No ano passado, tentando pela enésima vez por as finanças em dia, parei para estudar o extrato do banco. Espalhei a papelada na mesa, me armei de paciência, régua e marcadores coloridos, e descobri que, todo mês, o banco me descontava duas quantias fixas. Uma era a previdência privada; perfeito. Sempre me ensinaram que o ser humano deve se preparar para o futuro, embora os recentes acontecimentos do Chile e do Haiti lancem dúvidas sobre a existência do futuro.

A segunda quantia ia para um Titulo de Capitalização. Assim, com este nome e em maiúsculas, é coisa que leva jeito de aplicação séria. Mas chama-se Bradesco Pé Quente e foi comprado a pedidos da gerente, uma moça muito simpática e gentil. Pergunto: pode ser boa coisa um troço chamado Bradesco Pé Quente que o banco insiste em vender?

Qualquer pessoa medianamente idiota preferiria apostar num bolão da megasena em Novo Hamburgo. Mas (…)

Clique aqui para ler o texto completo ou visitar o site indicado.

Como um casal deve dividir as despesas?

21/02/2010 por AmigoRico.org

O mito do R$ 1 real por dia em finanças pessoais

12/11/2009 por AmigoRico.org

Desde o controle da inflação, conseqüência da bem sucedida implantação do Plano Real há exatos quinze anos, passou a ser possível prever, com grau de precisão relativamente alto, quanto valeria nosso dinheiro após dias, semanas, meses e, até mesmo, anos. Se até meados de 1994 a ordem era “consuma antes da próxima remarcação de preços”, a inflação sob controle trouxe um novo paradigma.

Nesse sentido, ao invés de decidirem se, ao receber o salário, iriam, por exemplo, ao supermercado logo cedo ou depois do expediente, os consumidores não precisaram mais se preocupar em chegar para as compras antes da remarcação de preços. Porém, será que tomar decisões ficou mais simples com o controle da inflação?

Em princípio, tudo indicava que sim, afinal, poder escolher em qual dia efetuar as compras no supermercado passou a dar aos consumidores maior liberdade. Essa liberdade foi também traduzida pela possibilidade de escolha entre diversos serviços, principalmente financeiros, que passaram a estar à disposição dos consumidores de forma muito mais ampla. Dentre esses serviços, vale citar os maiores prazos para financiamentos imobiliários, a possibilidade de contrair dívidas com parcelas fixas e de investir em instrumentos financeiros que não visassem somente à proteção da inflação em determinado período.

Porém, nem tudo se mostrou tão simples nessa nova realidade. Com a possibilidade de ter acesso a crédito de forma mais simples, alguns consumidores se endividaram em excesso, algo ainda presente nos dias atuais. Na parte de investimentos, tentou-se vender a idéia de se tornar milionário com pouco (ou praticamente nenhum) esforço – para isso, “bastaria” economizar R$ 1 por dia.

Sacando as calculadoras financeiras dos bolsos, muitos tentaram (e ainda tentam) vender essa idéia, chegando até a demonstrar, em alguns casos, que não é milionário somente aquele que não quer – afinal, quem não consegue economizar R$ 1 por dia?

Aplicando-se R$ 10 a cada dez dias (visto que praticamente não existem produtos com aplicações iniciais e adicionais de R$ 1) e considerando-se juros de 6,5% ao ano (próximo ao da caderneta de poupança), teremos mais um felizardo milionário… após 82 anos! E, terceiro, sem considerar a inflação: R$ 1 milhão daqui a 82 anos certamente equivalerá muito menos que a mesma quantia nos dias atuais. Assim, economizar R$ 1 por dia, apesar de parecer algo simples, não é tão viável para objetivos que envolvam quantias muito expressivas.

Para quem busca adquirir o hábito de poupar, sem dúvida se trata de um ótimo começo. Porém, conforme os objetivos passam a envolver quantias maiores, é preciso que haja uma motivação bem clara – o que eu ganharia abrindo mão de algo hoje para ter mais amanhã? E quão distante é esse “amanhã” para valer a pena agüentar ficar sem hoje?

Tendo adquirido o hábito de poupar, passa a ser recomendável traçar alguns objetivos que estejam intimamente relacionados com nossos desejos. Não podemos nos esquecer de que temos que levar em consideração a questão da restrição orçamentária, ou seja, por mais desejos que tenhamos, alguns infelizmente ficarão à margem, pois não haverá dinheiro para viabilizar todos.

Muito importante também é lembrar que temos necessidades básicas a serem priorizadas, tais como alimentação, vestuário, moradia e saúde, sem falar na importância de guardar para a aposentadoria. Com essas informações em mãos, que nada mais são do que a base para um planejamento financeiro pessoal bem elaborado, aí sim é viável pensar em investimentos, não somente nos produtos em que aplicar, mas também nas quantias.

Dessa forma, talvez seja equivocado afirmar que as decisões se tornaram mais simples após o controle da inflação. Com a maior facilidade de acesso ao crédito e o crescimento do setor de serviços observado desde então, o consumidor passou a ter muitos bons motivos para gastar seu dinheiro. Porém, é importante tomar consciência da maior complexidade envolvida nesse processo decisório, principalmente em função das conseqüências desagradáveis que o consumo e o endividamento em excesso podem trazer.

Para investimentos, o processo decisório também se tornou mais complexo, embora alguns tentem reduzi-los a pensamentos simplistas. Devemos então extrair desse mito de economizar R$ 1 por dia que o importante é cultivarmos, sempre que possível, o hábito de poupar, mas não sem antes definirmos um bom motivo para recusarmos consumir hoje, principalmente quando os objetivos passam a envolver quantias maiores.

Caio Fragata Torralvo, CFP®, é consultor financeiro pessoal, professor da FIA, um dos autores do livro Aprenda a administrar o próprio dinheiro e faz da parte da equipe Médico das Finanças.

Artigo Finanças Pessoais, o xis da questão

27/10/2009 por AmigoRico.org

De alguns anos para cá, muito tem sido escrito sobre o tema finanças pessoais: uma série de livros foi publicada, assim como passaram a ser veiculados, nos mais diversos meios de comunicação, informações, comentários e opiniões sobre esse tema. O crescimento da economia brasileira e mundial nos últimos anos, associado com momentos de bons ganhos nos mercados financeiros, também contribuiu para que o tema finanças pessoais estivesse cada vez mais na pauta do dia.

Porém, tem-se a impressão de que muitas iniciativas de divulgação de informações sobre o tema têm caráter pontual, enfocando um ou outro assunto mais específico. Nesse sentido, há várias publicações sobre investimentos, algumas sobre administração de finanças pessoais de forma ampla; outras seguem linhas de autoajuda, ao passo que também se pode encontrar informações pontuais sobre previdência, seguros e planejamento financeiro. Contudo, será que não existe algo anterior, que culmine justamente na necessidade de se conhecer, em um segundo momento, sobre tais assuntos mais específicos?

Administrar os próprios recursos implica, antes de qualquer coisa, tomar decisões. Isso advém do (aparentemente simples e óbvio) fato de que os desejos são ilimitados, ao passo que os recursos, (são infelizmente) finitos. Se queremos tudo, mas não temos condições financeiras para isso, temos que tomar decisões, o que também remete a outra (trivial) conclusão: alguns desejos serão satisfeitos, ao passo que outros, ou serão adiados, ou simplesmente terão que ser deixados de lado.

A questão começa a complicar quando somos estimulados a consumir e a partir do momento em que podemos nos remeter a artifícios financeiros para antecipar esse consumo. Assim, utilizando as diversas formas de financiamento ao consumo (crédito pessoal, cartão de crédito, cheque especial, parcelamentos), temos a sensação de que se pode romper essa barreira da finitude do dinheiro e, com isso, satisfazer “todos” nossos desejos.

Às vezes, antecipar o consumo pode ser muito gratificante: como convencer um casal de noivos a juntar dinheiro por muitos anos ainda para conseguir comprar a tão sonhada casa própria ao invés de acelerar essa compra por meio de um financiamento? Sim, a antecipação do consumo faz parte da realidade e pode trazer muitos benefícios. Porém, volta-se o foco para a tomada de decisão, que precederá a utilização (ou não) do crédito.

Nesse sentido, há muitas informações sobre as linhas de crédito disponíveis para financiamento habitacional. A partir do site de algumas instituições financeiras, é possível inclusive fazer simulações do valor da prestação e praticamente contratar o financiamento, bastando apenas uma visita ao gerente para entrega de documentação e assinatura dos contratos. Porém, quanto da renda poderá ser destinada ao pagamento da prestação? E, contratando um financiamento, será que haverá dinheiro suficiente para satisfação de outros desejos, ou será preciso abrir mão de alguns deles, ainda que temporariamente?

Da mesma forma, quando o assunto é investimento, não faltam informações sobre os produtos financeiros disponíveis. É possível encontrar, até mesmo, dados sobre estratégias sofisticadas para operações com instrumentos mais complexos. Brilha aos olhos a possibilidade de ganhos elevados e aparentemente fáceis. Porém, será que o risco não está demasiadamente alto para o investidor? Em outras palavras, se algo não sair como previsto, será que esse investidor superaria, em termos financeiros, determinada perda? Sem dúvida, são decisões que devem ser tomadas antes mesmo de se buscar informações sobre em quais produtos investir.

Lidar com o dinheiro também implica alguma preocupação com o futuro. Será que o orçamento doméstico contempla a possibilidade de se formar alguma reserva financeira para ser desfrutada no futuro, quando chegar o momento de se aposentar ou mesmo de desacelerar o ritmo de trabalho? Novamente, é possível encontrar diversas informações sobre previdência, mas como mensurar o montante a ser aplicado, a quantidade de risco a ser assumida e o tempo de aplicação são questões que devem ser decididas previamente à escolha do produto que servirá como meio para atingir os objetivos desejados.

Com isso, um aspecto muito importante na administração das finanças pessoais é a tomada de decisão quanto ao destino dos próprios recursos. Como conciliar necessidades básicas (alimentação, vestuário, moradia) com os desejos de consumo, sem contudo romper essa barreira da finitude do dinheiro? Um planejamento financeiro bem elaborado pode ajudar, à medida que contribui para estabelecer prioridades ao longo do tempo, para adequar o risco à capacidade de cada investidor e para que se possa encarar esse xis da questão de forma mais clara, tornando assim a busca por produtos e serviços financeiros algo melhor embasado e coerente às especificidades de cada um.

Caio Fragata Torralvo é consultor financeiro pessoal, professor da FIA, possui a certificação Certified Financial Planner (CFP) e faz parte da equipe Médico das Finanças.

Controle das Finanças Pessoais: a pausa para pensar é fundamental

14/11/2008 por AmigoRico.org

Hoje, vou publicar um novo texto da colega CFP Rosário Pujado (CFP é a certificação para planejadores financeiros pessoais, para saber mais, clique aqui). A Rosário também é autora do texto “O perigo quando o investidor se torna torcedor“.

No texto de hoje, Rosário dá dicas práticas para você evitar excessos e controlar as suas finanças pessoais e o seu orçamento doméstico. Aproveite!

Acione o “circuit breaker” nas suas finanças pessoais

Setembro de 2008. Logo após a quebra do Lehman Brothers, a estatização da AIG e a compra da Merril Lynch pelo Bank of America, a Bolsa da Rússia acionou, por duas vezes, o “circuit breaker” – mecanismo que interrompe imediatamente o pregão toda vez que o índice representativo dos preços de um conjunto de ações tenha queda substancial. Este mecanismo é utilizado no mundo todo em momentos de alta volatilidade. Continue lendo »

Quanto o seu carro consome da sua renda por ano?

27/06/2008 por AmigoRico.org

Que tal fazer um diagnóstico das finanças do seu carro? Em outras palavras: você sabe quanto você gasta com o seu carro por ano? Quanto este valor representa da sua renda anual? Ou ainda, em comparação com a média das famílias brasileiras, você está gastando mais ou menos? (…)

Para visitar o post “Quanto o seu carro consome da sua renda por ano” no blog AutoFinanças, clique aqui. Para ter acesso a centenas de dicas, sites e casos práticos sobre finanças pessoais e investimentos, conheça o livro SuasFinanças.com: os 101 melhores sites para cuidar do seu dinheiro e ajudá-lo a enriquecer.

AmigoRico.org na Imprensa: O futuro jovem da Bolsa de Valores

30/05/2008 por AmigoRico.org

O portal Abril.com da Editora Abril fez uma série de reportagens sobre o tema: jovens e investimentos. O AmigoRico.org foi uma das fontes consultadas. Tive a oportunidade de contar um pouco da história do site e da minha experiência como planejador financeiro pessoal.

Para ler as reportagens sobre jovens e investimentos, visite “O futuro jovem da Bolsa de Valores” ou “Jovem investidor, adulto promissor”. Para ter acesso a centenas de dicas, sites e casos práticos sobre finanças pessoais e investimentos, conheça o livro SuasFinanças.com: os 101 melhores sites para cuidar do seu dinheiro e ajudá-lo a enriquecer

Novo livro de Gustavo Cerbasi: Investimentos Inteligentes

29/05/2008 por AmigoRico.org

Segunda-feira passada (28/05/2008), tive a oportunidade de assistir à palestra “Riqueza Sustentável. Toda Empresa deve produzir dinheiro. Como conquistar e manter a tão sonhada independência financeira” de Gustavo Cerbasi. A palestra aconteceu na FGV-EAESP, em São Paulo, no Fórum do Empreendedor do GV Cenn (Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios).

Ao final, Cerbasi comentou sobre seu novo livro: Investimentos Inteligentes. O livro é resultado de milhares de perguntas enviadas pelos leitores ao Gustavo. Na certa, mais uma grande alternativa de leitura para você que está em busca da independência financeira.

Clique aqui para descobrir onde comprar o livro Investimentos Inteligentes pelo menor preço.

Para conhecer mais sobre o livro Investimentos Inteligentes de Gustavo Cerbasi, visite o site da Editora Thomas Nelson Brasil. Para ter acesso a centenas de dicas, sites e casos práticos sobre finanças pessoais e investimentos, conheça o livro SuasFinanças.com: os 101 melhores sites para cuidar do seu dinheiro e ajudá-lo a enriquecer.

Qual a sua opinião sobre o livro Investimentos Inteligentes de Gustavo Cerbasi?

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